Coleção História Geral da África

Depois de ter falado tanto sobre cotas raciais, o papel e a posição do negro na sociedade brasileira hoje e também sobre as particularidades do processo histórico de formação do povo brasileiro, especialmente da miscigenação deste com as populações de africanos que aqui foram introduzidos, entendo ser de grande valia a divulgação da excelente iniciativa que a Representação da UNESCO no Brasil tomou em disponibilizar gratuitamente para download a Coleção História Geral da África.


Em sua página na Internet, a Representação da UNESCO no Brasil disponibilizou links para que o usuário possa baixar a coleção completa de História Geral da África em língua portuguesa. A coleção é composta por oito volumes e além de ter sido publicada em nossa língua, ela também já havia sido vertida para o árabe, o inglês e o francês, em sua versão completa,  e para o inglês, o francês e várias outras línguas, como hausa, peul e swahili em uma versão condensada.

Segundo informações do próprio site da UNESCO, este é um dos projetos editoriais mais importantes da instituição nos últimos trinta anos, sendo um grande marco no processo de reconhecimento do patrimônio cultural da África, já que permite compreender o desenvolvimento histórico dos povos africanos e sua relação com outras civilizações a partir de uma visão panorâmica, diacrônica e objetiva, obtida de dentro do continente. A coleção foi produzida por mais de 350 especialistas das mais variadas áreas do conhecimento, sob a direção de um Comitê Científico Internacional formado por 39 intelectuais, dos quais dois terços eram africanos.

Abaixo seguem os links para download direto do site da Representação da UNESCO no Brasil:

HISTÓRIA GERAL DA ÁFRICA. Brasília: UNESCO, Secad/MEC, UFSCar, 2010.

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1 comentário

Arquivado em Cultura, Educação

Uma resposta para “Coleção História Geral da África

  1. Ótima dica, Rogério. Depois que o sr. Hegel e o sr. Marx disseram que a África não tinha História, essa produção do conhecimento sobre o continente africano é histórica nos dois sentidos. Pude ler alguns textos muito bons nessa obra. Acredito que alguns historiadores africanos estão inclusive a frente dos brasileiros porque conseguiram romper com a barreira do tal colonialismo cultural europeu que ainda nos assola.

    Abraços!

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