O Integralismo e a introdução de estratégias inovadoras de mobilização doutrinária (1932-1937)

“A principal tarefa do historiador não é julgar, mas compreender, mesmo o que temos mais dificuldade para compreender. (…) Compreender a era nazista da história alemã e enquadrá-la em seu contexto histórico não é perdoar o genocídio. De toda forma, não é provável que uma pessoa que tenha vivido este século extraordinário se abstenha de julgar:  o difícil é compreender.”

Eric J. Hobsbawn
A Era dos Extremos: o breve Século XX (1914-1991)

INTRODUÇÃO

Em tempo de campanha eleitoral para os cargos eletivos municipais, sabemos que os principais partidos políticos vão mobilizar mundos e fundos (legais ou não) para veicular a imagem de seus candidatos nos principais meios de comunicação, tais como jornais, revistas, rádio, cinema, televisão e internet. Isso para não mencionar as tradicionais exibições de logos, camisetas, bandeiras e toda espécie de publicidade em obras públicas, hospitais, eventos esportivos, musicais e, até mesmo, cerimônias religiosas.

Assim, depois de falarmos sobre o crescimento da extrema direita na Europa e das políticas xenófobas e racistas de certos partidos políticos daquele continente, o Hum Historiador traz um breve ensaio que tem como objeto a Ação Integralista Brasileira e o uso de estratégias inovadoras de mobilização doutrinária introduzidas por este grupo na corrida eleitoral para a campanha presidencial de 1937, que pretendia, via eleitoral, colocar no poder seu “chefe máximo”, Plínio Salgado (1895-1975).

No Brasil, a utilização de tais estratégias de propaganda política começa logo após a Revolução de 30, que acabou por desbancar a República Velha, dominada pelas elites paulista e mineira, e colocou em seu lugar o gaúcho Getúlio Vargas. Foi justamente neste contexto que surgiu a Ação Integralista Brasileira (A.I.B), um grande partido de massa, de cunho nacionalista, autoritário e totalitário que introduziu estratégias inovadoras na mobilização doutrinária de sua militância através dos veículos de comunicação da época em questão.

É importante deixar claro que o texto a seguir não pretende entrar no mérito se o Integralismo é, de fato, um movimento de tipo fascista extra-europeu ou mero mimetismo ideológico. Busca apresentar a utilização de novas formas de mobilização doutrinária, tornadas possíveis a partir da revolução tecnológica – em especial a dos meios de comunicação – e influenciada por movimentos autoritários/totalitários surgidos na Europa no período entreguerras (1918-1939).

OS NOVOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO E A TRANSFORMAÇÃO DA POLÍTICA EM ESPETÁCULO

A Primeira Guerra Mundial está sendo reinterpretada por seus estudiosos que passaram a destacar a grande expansão do operariado industrial em função da revolução científico-tecnológica. Tais interpretações também destacam o desenvolvimento de várias formas de associação, organização, conscientização e construção de plataformas políticas radicais e projetos de transformação de toda a ordem social e econômica modelada pelas desigualdades, pela exploração e pelas injustiças do sistema capitalista.

Assim, em texto intitulado “O Renascimento modernista de São Paulo na década de 20”, Nicolau Sevcenko salienta a articulação de dois tipos de movimentos:

  • O movimento operário, que acabou se articulando para além das fronteiras e compondo programas de ação coordenada cujas tônicas eram a fraternidade, o internacionalismo, o pacifismo e o socialismo.
  • A direita conservadora, que respondeu financiando agitadores e partidos integristas, sustentando pela ação direta e repressiva o nacionalismo agressivo, o militarismo, o centralismo, o anti-socialismo e o anti-semitismo.

Dessa forma, a Primeira Guerra Mundial ganha uma utilidade, segundo a visão dos partidos emergentes após o seu término:

“Se a guerra servira para alguma coisa, proclamavam as novas lideranças dos partidos emergentes, foi para enterrar de vez a velha Europa liberal. Sobre as cinzas da guerra se haveria de construir a ‘Nova Ordem’: integrista, centralista, militarista, nacionalista e intolerante[1].”

Com as novas técnicas de comunicação de massa, a política se transforma em espetáculo e há, em contrapartida, a politização da estética:

“A versatilidade e a capacidade de sedução dos novos meios de comunicação social, associados às técnicas publicitárias, transformariam a política em espetáculo e politizariam a estética. A celebração da nova civilização industrial pelas formas do art-decó e pela linguagem truncada da cacofonia publicitária selariam a preponderância da nova ortodoxia do pós-guerra: o modernismo[2].”

Segundo Hobsbawn, “o velho liberalismo estava morto, ou parecia condenado. Três opções competiam agora pela hegemonia intelectual-política[3].”

  • Comunismo marxista;
  • Capitalismo reformado, sem a crença na otimização de livres mercados e ligado a social democracia não comunista;
  • Fascismo, que havia sido transformado pela grande depressão em movimento mundial.

A A.I.B. COMO REAÇÃO DA ELITE PAULISTA

A reação da elite vem através de “um grande processo de investimento, numa compensação simbólica, na forma de grandes superproduções no Teatro Municipal, envolvendo as principais famílias como patronos e até como artistas que participavam das encenações[4].”

Dentro desta reação, a própria Semana de Arte Moderna, realizada em 1922 no Teatro Municipal, está ligada a este contexto de tensão entre a elite paulista e as organizações do movimento operário, de um lado, e a ameaça dos empresários e industriais estrangeiros de outro. Sevcenko relembra que a Semana foi propiciada pelos esforços combinados de Washington Luís (governador do Estado) e Paulo Prado (filho do mais rico cafeicultor paulista).

Deste clima de instabilidade social do pós-guerra, emerge “uma ideologia nacionalista conservadora e autoritária disposta a bloquear quaisquer ameaças de mudança social[5].”

Abaixo esquematizamos em poucos tópicos o contexto econômico e ideológico que propiciaram a ascensão da A.I.B. justamente no período entreguerras:

Domínio estrangeiro da economia paulista:

No pólo industrial:

  • Expansão do operariado
  • Grandes greves em 1917, 1918 e 1919
  • Nova camada de industriais (catálogo da 1ª Grande Exposição Industrial de São Paulo)

No pólo agrícola

  • Nova camada emergente de imigrantes estrangeiros passam a dominar a agricultura.
  • Donos das áreas mais prósperas/férteis do Estado no extremo oeste paulista.

Plano econômico

  • Esgotamento da economia primário-exportadora apoiada na cafeicultura.
  • Processos de urbanização e industrialização afetam a composição social
  • Ampliação da classe operária
  • Diversificação da classe média

Plano ideológico

  • Erupção do nacionalismo cultural e econômico.
  • Revolução estética (modernismo).
  • Exaltação do civismo (Liga da Defesa Nacional).
  • Renovação na Igreja Católica (integrismo).

Assim, como bem nos lembra Hélgio Trindade, famoso estudioso da Ação Integralista Brasileira:

 “Num contexto histórico de mudanças econômicas e sociais significativas, emerge um processo de crise ideológica que está na origem do movimento integralista[6].”

A IMPRENSA INTEGRALISTA: NOVAS ESTRATÉGIAS DE PERSUASÃO DOS MILITANTES

Rosa Maria Feiteiro Cavalari, em seu livro sobre a ideologia e a organização da A.I.B. nos informa como os integralistas faziam uso do livro e dos periódicos para transmitir a doutrina do partido:

 “O livro veiculava as idéias produzidas pelos teóricos do partido e o jornal as popularizava. A doutrina mantinha-se viva para o integralista graças a sua materialização através do jornal[7].”

Segundo Cavalari, a função dos periódicos integralistas eram:

  • Periódico tinha função de atualização e popularização do “corpus teórico” integralista junto ao militante.
  • Transmitir a doutrina de modo uniforme
  • Não basta veicular as idéias integralistas, mas que esta veiculação ocorresse da mesma maneira em todos os periódicos.
  • Conteúdo & Forma.

Eis a visão de Plínio Salgado sobre as publicações do partido e a sua função quanto a doutrina integralista, emitida em um periódico local que repetia as diretrizes publicadas no Órgão Oficial do partido:

“O Integralista não obedece a um programa seu. Não se afastará nunca dos postulados da Ação Integralista Brasileira, que, de fato, dá um sentido único a todas as suas publicações.” O Integralista – Órgão da A.I.B. (Província do Paraná). Ano I, n. 1, Curitiba, 16 de agosto de 1934.

COMO SE ORGANIZAVA A A.I.B. PARA A TRANSMISSÃO DE SUA DOUTRINA

A estratégia de unificação e controle da A.I.B. tinha nas comunicações em massa um fator importante não apenas para atingir seus militantes instruindo-os quanto a doutrina e quais as posições que deveriam ter, mas também uma maneira de fazer proselitismo atraindo para si um número cada vez maior de militantes. Era a primeira vez que uma estratégia que abarcava meios de comunicação de massa como rádio e jornais era utilizado para atrair militantes políticos. Abaixo um esquema da estratégia adotada pela A.I.B. de unificação e controle:

Sigma-Jornais Reunidos

  • Compreendia um conjunto de 88 jornais em circulação em todo o território nacional
  • Função de padronização e orientação doutrinária.

Secretaria Nacional de Imprensa (S.N.I)

  • Função de orientar os periódicos.
  • Também acumulava função punitiva.

Comissões de Imprensa

  • Censurar e selecionar toda matéria de caráter doutrinário ou partidário a ser publicada.

Segundo Plínio Salgado, no Órgão Oficial da A.I.B.:

 “O século XIX foi o século do jornal disponível à praça pública onde se erguiam as vozes de todas as opiniões; mas este século, cheio de angústias, é o século do jornal doutrinário, porque o povo quer se orientar.” (SALGADO, Plínio. In: Monitor Integralista, ano V, n. 17, 20 de fevereiro de 1937, p. 14.)

ALGUNS NÚMEROS DA IMPRENSA INTEGRALISTA

  • 8 grandes diários
  • 105 hebdomanários e quinzenários espalhados por todas as Províncias;
  • 3 revistas ilustradas: Anauê! e Brasil Feminino no RJ e Sigma em Niterói.
  • Uma revista de alta-cultura: Panorama em São Paulo.
  • O Monitor Integralista, jornal oficial da A.I.B.
  • Cerca de 3.000 boletins, semanais e quinzenais, impressos ou mimeografados, referentes ao serviço de cada núcleo.

FONTE: Monitor Integralista, n. 22, 7 de outubro de 1937, p. 7. Apud. CAVALARI, Rosa Maria Feiteiro. Integralismo: ideologia e organização de um partido de massa no Brasil. Bauru: Edusc, 1999, p. 87.

PERFIL DA REVISTA PANORAMA

Para exemplificar o que viemos destacando até o momento, vou utilizar a Revista Panorama, a qual obtive acesso à coleção completa entre os anos de 2007/2008, o que me permitiu traçar um breve perfil para contextualizar os exemplos que virão mais adiante neste texto.

Tida pelos integralistas como uma revista de “alta cultura”, a Panorama:

  • Revista mensal publicada pela A.I.B., em São Paulo, sob a direção de Miguel Reale
  • Circulou entre Jan/36 a Out/37
  • Jan/1936 – Marcada pela tentativa de golpe impetrada pelos comunistas em Nov/1935
  • Out/1937 – Fim marcado pelo golpe de Getúlio Vargas, em Nov/1937, e instauração do Estado Novo.
  • Destinada a um público mais intelectualizado.
  • Segundo Plínio Salgado, Panorama era uma “Revista de alta cultura”.
  • Seus principais objetivos era:
  1. Veicular idéias e teorias defendidas por teóricos e dirigentes do partido.
  2. Formar os quadros dirigentes da A.I.B.

Capa da primeira edição da revista Panorama pertencente ao acervo do Instituto de Estudos Brasileiros da USP.

ESTRATÉGIAS DE PERSUASÃO DO MILITANTE

Ao buscar persuadir o militante para aderir a Ação Integralista Brasileira, o partido fazia uso de estratégias que podem ser verificadas em praticamente todos os seus periódicos. Abaixo algumas das estratégias mais utilizadas nos periódicos que analisamos:

Repetição

  • Repetição constante de determinadas idéias no mesmo jornal ou em jornais diferentes.

Transcrição

  • Transcrição ipsis litteris de determinados artigos, matérias e colunas de outros periódicos e/ou capítulos de livros.

Lembretes

  • Uso constante de lembretes para fixar determinadas idéias

Propaganda comercial aliada à doutrina

  • Aliar o movimento ou a doutrina integralista a propaganda comercial
  • A marca do produto lembrava a existência do movimento. (Café Anauê, Cigarros Sigma, etc.)
  • Recomendação do produto lembra ao militante algum aspecto da doutrina.
  • É comum nos depararmos, em diferentes periódicos, com os mesmos artigos ou capítulos dos livros de Plínio Salgado, Gustavo Barroso, Miguel Reale e outros líderes do movimento.
  • Esses lembretes, que obedeciam os mesmos dispositivos tipográficos, eram publicados em destaque em jornais das mais diferentes localidades.
  • Integralistas, a pátria precisa de homens vigorosos e fortes! Força e Vigor só se obtém bebendo quino ferrol palomone. Cumpra o seu dever usando-o com frequencia.

EXEMPLOS DAS ESTRATÉGIAS DE PERSUASÃO DO MILITANTE ENCONTRADOS NOS PERIÓDICOS

Abaixo seguem exemplos de algumas das estratégias as quais nos referimos para a persuadir o militante: repetições e lembretes presentes na Revista Panorama.

EXEMPLOS DE PRODUTOS CUJAS MARCAS LEMBRAVAM A EXISTÊNCIA DO MOVIMENTO E ASPECTOS DA DOUTRINA.

Muito comum encontrarmos nos periódicos integralistas comerciais de produtos que utilizavam palavras ou lemas do integralismo, revertendo dinheiro para o partido e as marcas ganhando a fidelidade dos partidários da A.I.B. Abaixo alguns exemplos:

Outra forma de produtos se associarem a A.I.B. era simplesmente através da veiculação de seus produtos nos periódicos integralistas. Não eram produtos do partido, não adotavam os nomes de lemas ou palavras de ordem, mas, por outro lado, permitiam que o partido veiculasse mensagens que incentivassem os seus seguidores a comprar o produto. Abaixo alguns exemplos dessa modalidade:

OUTRAS ESTRATÉGIAS INOVADORAS NA PERSUASÃO DO MILITANTE

Ao analisarmos fotos da época em periódicos ou na bibliografia sobre o assunto, verificamos que o Integralismo estava presente em toda a vida do militante: desde o nascimento, participando com seus símbolos, uniformes e rituais em batizados, casamentos e funerais.

Batizados:

CAVALARI, Rosa Maria Feiteiro. Integralismo: ideologia e organização de um partido de massa no Brasil. Bauru: Edusc, 1999, p. 74.

Casamentos:

CAVALARI, Rosa Maria Feiteiro. Integralismo: ideologia e organização de um partido de massa no Brasil. Bauru: Edusc, 1999, p. 178.

Funerais:

CAVALARI, Rosa Maria Feiteiro. Integralismo: ideologia e organização de um partido de massa no Brasil. Bauru: Edusc, 1999, p. 180.

Vida Cotidiana:

Abaixo vemos um jogo de café, utilizado durante as reuniões dos militantes. Não conhecemos outro partido político que havia se utilizado de tais estratégias de comunicação de massa com seus militantes durante a década de 30.

Acervo Plínio Salgado. Arquivo Público e Histórico do Município de Rio Claro/São Paulo

Abaixo vemos integrantes do partido vergando seus uniformes juntamente com enfermeiras devidamente trajadas com o distintivo integralista, além de adesivos colados nas balanças de lactário financiado pela Ação Integralista Brasileira. O partido se preocupava sempre em divulgar a foto de sua presença em todos os setores da vida do brasileiro em seus periódicos de circulação local, regional e nacional.

CAVALARI, Rosa Maria Feiteiro. Integralismo: ideologia e organização de um partido de massa no Brasil. Bauru: Edusc, 1999, p. 74.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

  • CAVALARI, Rosa Maria Feiteiro. Integralismo: ideologia e organização de um partido de massa no Brasil (1932-1937). Bauru: Edusc, 1999.
  • HOBSBAWN, Eric. Era dos Extremos: o breve século XX – 1914-1991. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.
  • PAXTON, Robert O. A Anatomia do Fascismo. Rio de Janeiro: Paz & Terra, 2007.
  • SEVCENKO, Nicolau. O Renascimento Modernista de São Paulo na década de 1920. In: BUENO, Eduardo (org.). Os nascimentos de São Paulo. Rio de Janeiro: Ediouro, 2004.
  • TRINDADE, Hélgio. O Nazi-fascismo na América Latina: mito e realidade. Porto Alegre: UFRGS, 2004.

[1]  SEVCENKO, Nicolau. O Renascimento Modernista de São Paulo na década de 1920. In: BUENO, Eduardo (org.). Os nascimentos de São Paulo. Rio de Janeiro: Ediouro, 2004, pp. 197.

[2]  SEVCENKO. Op. Cit., pp. 198.

[3]  HOBSBAWN, Eric. Era dos Extremos: o breve século XX – 1914-1991. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.

[4]  SEVCENKO. Op. Cit., pp. 200-201.

[5]  SEVCENKO. Op. Cit., pp. 203.

[6]  TRINDADE, Hélgio. O Nazi-fascismo na América Latina: mito e realidade. Porto Alegre: UFRGS, 2004, pp. 61.

[7]  CAVALARI, Rosa Maria Feiteiro. Integralismo: ideologia e organização de um partido de massa no Brasil (1932-1937). Bauru: Edusc, 1999, pp. 79.

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4 Comentários

Arquivado em Cultura, Ensaio, Política

4 Respostas para “O Integralismo e a introdução de estratégias inovadoras de mobilização doutrinária (1932-1937)

  1. Muito bom artigo, por acaso o amigo historiador teria as obras digitalizadas?
    Outrossim, aproveito a oportunidade para indicar meu blog sobre a historia da politica nacional, http://www.historia-do-prp.blogspot.com

    Abracos
    Guilherme Jorge Figueira

  2. Djijo

    Sendo o tema história, outro historiador e seu livro: A Nova História Crítica – 8ª Série Mario Furley Schmid, conta ele nesse livro que a primeira guerra antes de acontecer, houve um preparo psicológico da Europa e dos países envolvidos e a imprensa foi papel determinante. As corporações desses países tinham iteresses.
    Quanto ao itegralismo, parece uma sequencia de atos bem pensado, no que se refere à doutrinação e divulgação. Coisa pensada antes por alguém? Seria sequência do que Schimid conta no livro dele? Apesar que na internet não se encontra nada que aponde o que ele escreve. As fontes podem estar escondidas.
    Quem sabe que havia interesses de corporações também de atuar no Brasil ou uns sem noção pegaram a idéia que era para uma coisa e transformaram em ideologia por aqui.
    Não tenho como responter a essas coisas. Fica com os historiadores que gostam de fatos da origem dos esquemas.

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