A defesa da Polícia Militar como retrato de uma sociedade doente

Foto divulgada no site Coletivo Cultura Verde

Hoje estive discutindo com um colega sobre a violência da Polícia Militar de São Paulo e o impressionante número de mortos deixados por essa instituição, segundo os números oficiais da Ouvidoria da Polícia de São Paulo (isto é, o número deve ser maior).

Segundo notícia divulgada pelo Instituto Brasileiro de Ciências Criminais (IBCCRIM), em apenas cinco anos (2005-2009) a Polícia Militar de São Paulo matou 2045 pessoas no Estado em casos que foram registrados como resistência seguida de morte. (Veja também notícia divulgada pelo site Coletivo Cultura Verde).

Após circular esta informação em meu perfil nas redes sociais, o colega ao qual me referi fez o seguinte comentário: “pessoas ou bandidos?”. Prontamente respondi-lhe a provocação com outra pergunta: “e bandidos não são pessoas?”, ao que o referido colega respondeu: “não!” e ainda perguntou-me se eu era contrário ao policial que deu dois tiros no rapaz que tentou roubar uma moto “hornet”, em caso celebrizado pelo YouTube e pelas redes sociais. “Claro que sou contra!”, respondi-lhe. Aliás, seria estranho se eu, como educador, acreditasse mais na polícia armada do que na educação como meio de acabar com a violência. Após essa resposta, o colega disse-me que era melhor parar a discussão por ali, pois não iria evoluir diante de nossas posições tão divergentes.

Nesse curto diálogo, entendi como muito preocupante a disseminação de algumas ideias bastante equivocadas por trás de um discurso extremamente superficial:

  1. A consideração de que todas as vítimas da Polícia Militar são bandidos;
  2. A desumanização de pessoas que cometem crimes ou atos de violência como tentativa de justificar o extermínio das mesmas, no melhor estilo malufista: “bandido bom é bandido morto!”
  3. O precedente para que se justifiquem assassinatos cometidos pela Polícia Militar sob a justificativa de que se estão eliminando bandidos.

Foi hedionda a pergunta do colega quando referiu-se às vítimas da PM não como pessoas, mas como bandidos. Primeiro porque há vítimas da Polícia Militar que sequer tinham qualquer culpa ao serem mortos. Está aí o recente caso do ajudante de pedreiro Amarildo e do menino morto na Vila Medeiros como exemplos macabros. Mesmo no caso das vítimas dos policiais serem criminosos, o colega trata-os como se estes não merecessem a condição de seres humanos. Como se os bandidos não merecessem, no mínimo, a prisão e um julgamento justo, com amplo direito à defesa, conforme prescrito em nossas leis.

Ao invés de celebrar o assassinato de “bandidos” ou a superlotação das prisões, costumo pensar que cada indivíduo preso representa mais um fracasso nosso enquanto sociedade. Quando alguém comete um ato de violência contra outra pessoa, não é apenas ele quem está cometendo o crime, mas sim todos nós. É o reflexo de uma sociedade doente e falida. Retrato de uma sociedade individualista, baseada no consumo, na exploração do homem pelo homem e, assim sendo, baseada na miséria humana.

Se acreditamos que violência e propensão a crimes não são características genéticas de nossa espécie, então, quando um ato de violência é cometido, família e sociedade falharam ao educar o infrator. A melhor maneira de diminuir a violência não é através da polícia, construção de presídios e compra de armas e munições, mas sim investindo maciçamente em educação, na erradicação da miséria, na garantia de moradia e na distribuição de renda. Impossível acabar com a violência, quando há pessoas morrendo de fome, sede e doenças tratáveis. Pessoas vivendo ao relento ou em locais sem a menor condição higiênica para abrigar seres humanos.

Como é de conhecimento geral, a violência está diretamente relacionada à miséria. Portanto, o combate à violência em nossa sociedade deve se dar através do combate à miséria e à má educação. A Polícia Militar não é alternativa de solução viável, mas sim, fruto de uma sociedade que precisa garantir a segurança de quem explora a miséria alheia com homens armados e bem treinados. Afinal de contas, a quem serve a Polícia Militar? A todos os cidadãos? Certamente não serve nem aos 2045 que foram assassinados, nem a seus familiares.

Não há prova maior de que essa sociedade é realmente doente quando nos deparamos com pessoas acreditando e defendendo a necessidade de policiais armados para garantirem que seres humanos possam se relacionar sem medo de serem assaltados ou assassinados. Triste retrato dos tempos em que vivemos.

Cartoon: Carlos Latuff

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21 Comentários

Arquivado em Educação, Jornais, Manifestações, Opinião, Política

21 Respostas para “A defesa da Polícia Militar como retrato de uma sociedade doente

  1. Ótimo post (não sei quem escreveu). A sociedade está muito enganado quando acha que mais repressão vai melhorar os índices de criminalidade.

  2. Claro que pode haver inocentes mortos equivocadamente, e maus policiais podem agir arbitrariamente … mas a maioria dos mortos não são exatamente anjos de asa branca, muito ao contrário.

    Discordo desta fala (abaixo), e excluo-me deste raciocínio, seria o mesmo que dizer que quando roubam os cofres públicos, eu também roubo: ” …Quando alguém comete um ato de violência contra outra pessoa, não é apenas ele quem está cometendo o crime, mas sim todos nós…”

    • Caro Luiz,

      A questão que estou colocando em discussão é justamente como nossa sociedade está doente e, em vez de buscarmos uma solução definitiva e a longo prazo para enfrentar o problema da violência e da criminalidade, preferimos gastar nossos recursos na solução dos efeitos e não da causa da violência.

      Atualmente nossa sociedade produziu algo em torno de 550 mil presos segundo dados do Departamento Penitenciário Nacional. (http://www.blogdoacelio.com.br/01/policia/veja-como-cresceu-o-numero-de-presos-no-brasil-de-1992-a-2012/). Como membros dessa sociedade, todos nós falhamos com boa parte desses indivíduos que, ao invés de se integrarem à sociedade, foram marginalizados por ela e preferiram se voltar contra ela violentamente. Nós falhamos como sociedade ao educar o indivíduo que, em geral, passou por todos os núcleos de inserção social (família, escola, trabalho) e, ainda assim, acabou se voltando contra a sociedade.

      A Polícia não serve para resolver esse problema. Com muitas falhas, ela apenas pode ajudar a tirar os indivíduos do convívio social. É uma solução reativa, não pró-ativa.

      Abraços,

      RB

      • Caio Cipião de Sousa

        Vossa senhoria deveria rever esse jargão, “vítimas da sociedade”, pois esta ultrapassado; vim de família pobre, infância carente e, mesmo sendo vítima da sociedade, não escolhi o mundo do crime; hoje o mundo do crime é escolha, não opção da qual não se pode fugir; a falha não é da sociedade, mas da não existência de políticas públicas voltadas a prevenção, a sociedade é vítima; sei que é fácil, os nossos pensadores, falarem criticamente ao trabalho policial, pois apontar defeitos é fácil, e as soluções? Agora vcs pensadores que só pesquisam o que interessa, já pararam para ver a seguinte situação: Desde a implementação dessa humanização, com uma maior fiscalização e cobrança das forças policiais para agirem sem violência, não agravou o problema da violência, vigorando entre os nocivos a sociedade a noção de liberdade, de medo das forças policiais em agir? Será que essa humanização, não é boa para França ou Japão? Como cobrar uma policia comunitária, humana, em um país onde a própria policia é vítima, onde a educação é falha (culpa sua tb como educador), a corrupção é regra, onde mais e mais ser honesto é vergonha, onde se quer ter direitos e nada de obrigações? O mesmo cidadão que joga lixo pelo vidro do carro, é o mesmo que se sente incomodado por uma abordagem policial, criticando-a, mas acabou de cometer um erro, mas para alguns é irrelevante. Violência gera violência, os maus policiais tem de pagar pelos erros, mas não toda uma classe que se arrisca para lhe proteger, mau ou bem; porque o sistema penitenciário não regenera, não é motivo para deixar a sociedade à mercê desses elementos; direito tem, aquele que cumpre suas obrigações de cidadão; copiamos tudo de fora, menos o sistema penal de alguns países,mas que esperar de um país, em que a presidência pede clemência para um traficante…

      • Caro Caio,

        Devo entender, então, que você se considera a medida do mundo, uma vez que se você vem de origem humilde e não foi para o mundo do crime, então ninguém deverá seguir esse caminho e, se seguir, é porque não prestam.

        Tá certo. Quanto a suas demais considerações, recomendo reler o texto. Parece que você não o compreendeu muito bem.

        Att.

        RB.

      • PS: O Brasil aboliu a pena de morte há muitas décadas. Como tal, não aceita que seus cidadãos, mesmo tendo infringido as leis de algum outro país, sejam assassinados por aquele Estado. Por esta razão, é obrigação de qualquer presidente brasileiro pedir clemência quando um de seus cidadãos são sentenciados à morte em outro país.

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      Thanks for your consideration, rogerio.beier

  3. ALGUMAS ESTATÍSTICAS ATUALIZADAS SOBRE A VIOLÊNCIA POLICIAL SP Q APRESENTAMOS ESTA SEMANA EM BRASÍLIA-DF, NA REUNIÃO C/ MINISTÉRIOS:

    de Janeiro de 2005 a Setembro de 2013 ocorreram no estado de São Paulo, comprovavelmente caso a caso, ao menos 4.993 assassinatos cometidos por Policiais:

    3.819 – MORTE DECORRENTE DE INTERVENÇÃO POLICIAL (RSM)

    1.174 – HOMICÍDIOS DOLOSOS

    isto em 104 meses:

    portanto 48 mortos a cada mês – dividido por 30 dias: 1,60 mortos por PMs ao dia no Estado de SP.

    Em média, a cada mês, PMs matam 11,28 no Estado de SP em casos que não são de RSM.

    Isso tudo sem contar as milhares de mortes cometidas por agentes e/ou grupos de extermínio, à paisana, com toucas ninjas, carros filmados, motos com garupas, armas frias etc – que são a maior parte das chacinas.

    #ContraOGenocídio
    #DesmilitarizaçãoDasPolícias

  4. Carlos Perrenoud

    Muito bonito esta reflexão no campo das idéias, do que imaginaríamos como uma sociedade ideal, mas infelizmente estamos reféns da criminalidade, não preciso mostrar numeros, basta olhar em volta que verá o cidadão preso em grades, com medo de andar livremente, isto sem falar nas atrocidades cometidas por bandidos que banalizam a vida, é a sua e a minha não vale nada, enquanto esse mundo ideal não for REAL, a polícia me representa com toda certeza.

    • Caro Carlos,

      Não é o que imaginamos como sociedade ideal. Tratam-se de valores. Ou mudamos a maneira como nos organizamos enquanto sociedade, ou a situação vai apenas piorar.

      A violência tem como uma de suas matrizes, a miséria. Cada vez mais, aprofundamos as relações econômicas que geram a miséria e sequer pensamos em alternativas para atenuar o sofrimento de quem vive em condições desumanas. Como esperar que a violência acabe em uma sociedade onde gerações e gerações de pessoas nascem, crescem e morrem na miséria, com poucas possibilidades de superarem sua condição? Optar pela polícia para resolver essa questão, não é uma solução, mas sim uma forma de ampliar o problema, como temos visto.

      Como fazer para que o conjunto da sociedade valorize a vida, se não valorizando a vida de todo o conjunto da sociedade? Ora, a solução é de longo prazo e deve necessariamente passar pelo caminho da educação, dentre outras. Não pelo da polícia. Não se trata de mundo ideal x mundo real, tratam-se de valores. Optar pela polícia é desacreditar no ser humano e, uma vez mais, eleger a violência como forma de resolução dos problemas. Eu acredito no ser humano, ainda o trabalho seja árduo.

      Seu comentário é bastante triste, pois representa um momento de nossa vida, como sociedade, em que não nos resta nada a não ser depositar nossas últimas esperanças na polícia, isto é, numa polícia que tem se revelado assassina (conforme os números postados aqui pelo Movimento Mães de Maio) que, para garantir a nossa forma de vida, tem que se armar até os dentes e, no decorrer de seu trabalho, entrar nos bairros pobres para matar pretos e pobres. Eu não quero viver nesse mundo e muito menos deixá-lo assim para as próximas gerações. Não me restam alternativas a não ser me tornar um agente de transformação dessa situação para outra que considero ser melhor. Mas essa transformação se dá agora, e não é através da polícia.

      Att.

      RB

      • É um trabalho de formiga, mas precisa ser feito. É doloroso mesmo, porque normalmente as pessoas elencam um série de razões para defender este estado de sítio, baseadas em premissas clichês, de senso comum sem fundamento em estudos e lastreado apenas em seus sentimentos confusos e machucados. Parabéns pela sua visão libertadora!

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  5. Concordo em alguns pontos com você. Não podemos assumir que todas as pessoas mortas pela polícia são bandidos – até porque existem muitos bandidos de farda que matam pessoas inocentes.

    Mas eu tenho observado uma linha ideológica proveniente dos filhos da classe média em que todo bandido é vítima da sociedade. Noto traços dessa ideologia em seus argumentos. É uma ideologia sustentada pela pseudo-culpa que algumas pessoas da classe média tem diante a pobreza dos outros, assim como algumas pessoas brancas se sentem parcialmente culpadas por atos racistas cometidos por outros brancos que nunca conheceram pessoalmente.

    Lanço-lhe as seguintes perguntas: Se o popular “bandido” é fruto da miséria com a oportunidade, porque existem tantos políticos roubando os cofres públicos? Por acaso, o livre arbítrio é um direito exclusivo dos ricos? É impossível existir pessoas da classe pobre ou média com índole para o mal?

    O motivo pelo qual a sociedade, em sua maioria, se revolta com a idéia de que “os bandidos são vítimas” é porque, na grande maioria dos casos, ela está certa – eles NÃO são vítimas. A mesma pessoa que humaniza o bandido pobre, demoniza o político ladrão, sem se dar conta da hipocrisia do seu argumento. Existem pessoas ruins e que não tem correção em todas as classes sociais. A educação e o trabalho podem sim diminuir a criminalidade, mas jamais causarão a revolução social que essa linha ideológica imagina ser capaz de concretizar.

    Não sou a favor da polícia que atira indiscriminadamente. Muito menos dos bandidos que vestem farda. Mas sou “malufista” sim, e repito o bordão com orgulho: Bandido bom é bandido morto.

  6. stannys

    Bobagem trabalho na polícia e lido com criminosos com mais de 30 homicídios, todos bandidos que estão muito tempo presos no Brasil são extremamente sádicos, possuem muito dinheiro e geralmente pertencem a facções criminosas que estão inclusive dominando a politica brasileira e possui vários membros na OAB, a comemoração da morte de um criminoso de rua perante a sociedade é normal seria estranho se ela não comemorasse todos os dias milhares de pessoas mortas e casas invadidas o Brasil beira uma guerra civil com o crime, apoiar a violência da policia diante dessa realidade é algo normal.

    Estou dentro do sistema e digo com clareza que se leis anti terrorismo não forem criadas, pena de morte e prisão perpetuas alem de uma nova policia federal muito maior voltada para o combate ao crime organizado não forem criadas, o Brasil o nosso país sera um país governado por criminosos em poucas décadas.

  7. Sergio

    É interessante essa discussão quando se diz que a policia é violenta e mata indiscriminadamente , é facil cobrar o estado pela violencia que vivemos mais facil ainda é humanizar o bandido que pela falta de oportunidade virou bandido pois o estado foi insuficiente, porem quando se esta refem de um pobre coitado vitima da sociedade que não lhe deu oportunidade, ai tdo que se quer é um policial para que a lei seja cumprida ,quando se esta diante do corpo de um filho com o corpo cheio de balas morto pelo dono do trafico ou pelo menor que quiz roubar seu tenis e atirou ai a violencia policial e justificavel,quando se ve um policial que sai as 4 da madrugada atravessando a cidade para ir defender aqueles que ele nem conhece em nome do juramento feito deixando mulher e filhos para traz e esse não volta para casa pois foi alvejado numa troca de tiros por um dito vitima da sociedade que anda com 400 gramas de ouro no pescoço e um tenis no valor de 2 salarios minimos nos pes ai não se ve nenhum defensor desse policial ,2045 pseudo inocentes mortos nas ações da policia mais qual a contabilidade dos mortos nas ações dos bandidos quantos trabalhadores tombaram por não ter dinheiro suficiente para aquele garoto de 16 anos poder ir para o funk atraz das “novinhas”.??
    não creio que a violencia seja a melhor resposta para a mudança e acredito sim na educação e no respeito aos educadores mais um pais governado pelo crime onde se valoriza o circo ( futebol) e o pão (bolsa familia ) onde nossos legisladores desde os vereadores ate nossos senadores são eleitos não pelo seu conhecimento politico mais sim pelo seu nome artistico ( tiririca,marquito,biru biru) onde não se tem aula de noções de politica e cidadania , onde o voto é comprado a base de churrasco na quadra para o time da vila ,é um lugar onde a violencia se fara presente a unica forma que se tem de mudar é atraves do voto e no momento de votar as pessoas escolhem qualquer um ai depois vem o grupo de defesa dos “vitimas da sociedade” e diz que nós falhamos realmente falhamos porem falhamos muito mais em valorizar o “DIREITO DOS MANOS” do que os humanos direitos violencia não é a resposta mais no meio de uma guerra a resposta tem de vir a altura ou se combate o crime ou se deixa levar por ele pedindo como em muitos lugares a proteção do DONO DA COMUNIDADE .

    se o estado é incapaz é pelo fato de seus cidadãos assim o serem para eleger seus governantes cada povo tem a policia que merece!!

  8. rafael

    Bandidos e manifestantes que gostam de vandalismos, o melhor e mortos, pois a policia ta ai e para nos proteger e quando fazem algo que realmente mostram a força, a policia sempre e criticada, eu nao sou policial, mas apoio ao maximo que deveria tmbm ter pena de morte no brasil, assim a policia seria mais valorizada, vcs deveriam estar la na frente impedindo o vandalismo para apanhar dos manifestantes e drogados, duvido que iriam agir diferente, a policia tem que matar a pau mesmo, porque bandidos e vandalos bons SAO OS MORTOS.47

  9. Almeida

    Quem escreveu isto “A defesa da Polícia Militar como retrato de uma sociedade doente” com certeza deve viver em uma “bolha”! Acorda pra vida filho, não existe esse negócio de “vitimas da sociedade” não! São pessoas como você que fazem a sociedade ficar ainda mais doente, onde já se viu uma pessoa querer falar de segurança pública se fica falando mal daqueles que estão todos os dias nas ruas pra te proteger, você deve se informar melhor sobre a vida e o trabalho que é desempenhado pela Polícia Militar. Bandido não é vítima! é um covarde, burro, preguiçoso e incompetente, que confessa seu fracasso mostrando que pra conseguir alguma coisa tem que tomar à força de quem trabalha pra comprar, ou então vai vender drogas porque o lucro é fácil e rápido, lógico, são vagabundos mesmo! Não há sociedade civilizada sem a polícia, ela guarda o sono, mantém a liberdade, assegura a justiça, imagine o Brasil sem a Polícia Militar pra ver no que vai dar… Ignorante é aquele que pensa que a polícia é inimiga da sociedade, temos que aprender a proteger aqueles que nos protegem, e não ficar falando mal, faça a sua parte, você como educador eduque seus alunos a respeitar e colaborar com o trabalho da polícia, um dos problemas desse país é que todo mundo quer ter direito, ninguém quer ter deveres!

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