Professores universitários lançam abaixo assinado contra o golpe

do blog Não Vai Ter Golpe | publicado originalmente em 10.12.2015

AntonioCandido

Professores universitários acabam de lançar abaixo assinado contra o golpe. A lista, encabeçada por Antonio Cândido, da USP, foi lançada com quase 500 adesões.

No texto, os professores reafirmam que “o impeachment, instituto reservado para circunstâncias extremas, é um instrumento criado para proteger a democracia. Por isso, ele não pode jamais ser utilizado para ameaçá-la ou enfraquecê-la, sob pena de incomensurável retrocesso político e institucional”.

Os signatários reconhecem a situação de crise no país, mas acreditam que “a melhor forma de enfrentá-la é com o aprofundamento da democracia e da transparência, com respeito irrestrito à legalidade”.

Afirmando acompanhar “tudo com olhos vigilantes”, eles concluem dizendo esperar que “ao final do processo, a presidente da República possa terminar seu mandato”.

Confira o texto e saiba como assinar

IMPEACHMENT, LEGALIDADE E DEMOCRACIA

Para: Congresso Nacional

Nós, professores universitários abaixo assinados, vimos a público para reafirmar que o impeachment, instituto reservado para circunstâncias extremas, é um instrumento criado para proteger a democracia. Por isso, ele não pode jamais ser utilizado para ameaçá-la ou enfraquecê-la, sob pena de incomensurável retrocesso político e institucional.

Por julgar que o processo de impeachment iniciado na semana passada pelo presidente da Câmara dos Deputados serviria a propósitos ilegítimos, em outras ocasiões muitos de nós nos pronunciamos contrariamente à sua deflagração.

Com ele em curso, defendemos que o processo não pode ser ainda mais maculado por ações ou gestos oportunistas por parte de quaisquer atores políticos envolvidos. Papéis institucionais não podem, nem por um instante, ser confundidos com interesses políticos pessoais, nem com agendas partidárias de ocasião que desprezem o interesse da sociedade como um todo.

O processo de impeachment tampouco pode tramitar sem que o procedimento a ser seguido seja inteiramente conhecido pela sociedade brasileira, passo a passo. Um novo teste para a democracia consistirá, assim, em protegê-lo de lances obscuros ou de manobras duvidosas, cabendo ao Supremo Tribunal Federal aclarar e acompanhar, em respeito à Constituição, todas as etapas e minúcias envolvidas.

É inegável que vivemos uma profunda crise, mas acreditamos que a melhor forma de enfrentá-la é com o aprofundamento da democracia e da transparência, com respeito irrestrito à legalidade. Somente assim poderemos extrair algo de positivo deste episódio. Manobras, chicanas e chantagens ao longo do caminho só agravarão a dramática situação atual.

O que está em jogo agora são a democracia, o Estado de Direito e a República, nada menos. Acompanharemos tudo com olhos vigilantes e esperamos que, ao final do processo, a presidente da República possa terminar seu mandato.

Assinam:

1. Antonio Candido de Mello e Souza – Letras/USP
2. Dalmo de Abreu Dallari – Direito/USP
3. Emilia Viotti da Costa – História/USP
4. Ennio Candotti – Física/UFAM
5. Fábio Konder Comparato – Direito/USP
6. Francisco de Oliveira – Sociologia/USP
7. Luiz Carlos Bresser-Pereira – Economia/FGV
8. Luiz Felipe Alencastro – Economia/FGV
9. Luiz Gonzaga Belluzzo – Economia/UNICAMP
10. Maria da Conceição Tavares – Economia/UFRJ
11. Maria Vitoria Benevides – Educação/USP
12. Marilena Chauí – Filosofia/USP
13. Otávio Velho – Antropologia/Museu Nacional
14. Paul Singer – Economia/USP
15. Paulo Sergio Pinheiro – Ciência Política/USP
16. Roberto Schwarz – Letras/UNICAMP
17. Walnice Nogueira Galvão – Letras/USP
18. Adalberto Cardoso – Sociologia/IESP/UERJ
19. Adalmir Marquetti – Economia/PUC-RS
20. Adrian Gurza Lavalle – Ciência Política/USP
21. Adriano de Freixo – História/UFF
22. Adriano H. R. Biava – FEA/USP
23. Afranio Mendes Catani – PROLAM/USP
24. Alamiro Velludo Salvador Netto – Direito/USP
25. Aldaíza Sposati – PUC-SP
26. Alessandro André Leme – Sociologia/UFF
27. Alessandro Constantino Gamo – Cinema/UFSCAR
28. Alexandre de Freitas Barbosa – IEB/USP
29. Alexandre Jeronimo de Freitas – Economia/UFRJ
30. Alexandre Macchione Saes – Economia/USP
31. Alexandre Werneck – Sociologia/UFRJ
32. Alexandro Dantas Trindade – Sociologia/UFPR
33. Alfredo Alejandro Gugliano – PPGPol/UFRGS
34. Álvaro de Vita – Ciência Política/USP
35. Alvaro Puntoni – FAU/USP
36. Alysson Mascaro – Direito/USP
37. Amélia Cohn – Saúde Pública/USP
38. Ana Castro – FAU/USP
39. Ana Claudia Marques – Antropologia/USP
40. Ana Fernandes – FAU/UFBA
41. Ana Flávia Pires Lucas D’Oliveira – Medicina/USP
42. Ana Jordânia de Oliveira – UFRuralRJ
43. Ana Lúcia Pastore Schritzmeyer – Antropologia/ USP
44. Ana Luiza Nobre – Arquitetura/PUC Rio
45. Ana Maria Nusdeo – Direito/USP
46. Ana Rosa Ribeiro de Mendonça – Economia/UNICAMP
47. André Botelho – Sociologia/UFRJ
48. Andre de Melo Modenesi – Economia/UFRJ
49. André Luís Cabral de Lourenço – Economia/UFRN
50. André Martins Biancarelli – Economia/UNICAMP
51. André Medina Carone – Filosofia/UNIFESP
52. André Nassif – Economia/UFF
53. André Pires – PUC
54. André Ramos Tavares – Direito/USP
55. André Singer – Ciência Política/USP
56. Andréa Freitas – Ciência Política/UNICAMP
57. Andreia Galvão – UNICAMP
58. Andrés Vivas Frontanta – FECAP
59. Angela Alonso – FFLCH/USP
60. Angela Araújo – Ciência Política/UNICAMP.
61. Angela Prysthon – CAC/UFPE
62. Antônio Brasil – Sociologia/UFRJ
63. Antonio Carlos Dias Júnior – Educação/UNICAMP
64. Antonio Carlos Macedo e Silva – Economia/UNICAMP
65. Antonio Corrêa de Lacerda – Economia/PUC-SP
66. Antonio David Cattani – Sociologia/UFRGS
67. Antônio Herculano Lopes – História/Fundação Casa de Rui Barbosa
68. Antônio J. Escobar Brussi – Ciência Política/UNB
69. Antonio José Alves Junior – Economia/UFRuralRJ
70. Antônio José Costa Cardoso – UFSB
71. Antonio Sérgio Alfredo Guimarães – Sociologia/USP
72. Antônio Sérgio Carvalho Rocha – Ciências Sociais/UNIFESP
73. Arílson Favareto – UFABC
74. Ary Cesar Minella – Sociologia/UFSC
75. Armando Boito Jr. – Ciência Política/UNICAMP
76. Bárbara Gomes Lupetti Baptista – Direito/ UFF
77. Beatriz Heredia – Antropologia/UFRJ
78. Bento Antunes de Andrade Maia – Economia/FACAMP
79. Bernardo Medeiros Ferreira da Silva – Ciências Sociais/UERJ
80. Bernardo Ricupero – Ciência Política/USP
81. Betânia Amoroso – IEL/UNICAMP
82. Breno Bingel – Sociologia/IESP/UERJ
83. Brunno Vinicius Gonçalves Vieira – Linguísitca/UNESP
84. Bruno Konder Comparato – Ciências Sociais/Unifesp
85. Bruno Thiago Tomio – Economia/FURB
86. Camila Caldeira Nunes Dias – UFABC
87. Carla Regina Mota Alonso Diéguez – FESPSP
88. Carlos Eduardo Jordão Machado – UNESP
89. Carlos Enrique Ruiz Ferreira – RI/UEPB
90. Carlos Frederico Rocha – Economia/UFRJ
91. Carlos Henrique Aguiar Serra – UFF
92. Carlos R. S. Milani – IESP/UERJ
93. Carmem Feijó – Economia/UFF
94. Carmen Sylvia Vidigal Moraes – Educação/USP
95. Carole Gubernikoff – UNIRIO
96. Carolina Troncoso Baltar – Economia/UNICAMP
97. Caroline Cotta de Mello Freitas – FESPSP
98. Cecilia Fernanda Saraiva de Oliveira – UNIRIO
99. Célia Maria Magalhães – Linguística/UFMG
100. Celso Amorim – Instituto Rio Branco/UnB/USP
101. Celso Pinto de Melo – Física/UFPE
102. Cesar Sabino – Unirio
103. Cezar Augusto Miranda Guedes – UFRuralRJ
104. Charles Pessanha – Ciência Política/UFRJ
105. Christian Lynch – UERJ/ Casa Rui Barbosa
106. Christianne Rochebois – UFSB
107. Christy G. G. Pato – UFFS
108. Cibele Rizek – FFLCH/USP
109. Cicero Araujo – Ciência Política/USP
110. Cilane Alves Cunha – Letras/USP
111. Claudia Amigo Pinto- Letras/USP
112. Conrado Hubner Mendes – Direito/USP
113. Corival Alves do Carmo – UFS
114. Cristian Borges – ECA/USP
115. Cristiane Batista – Unirio
116. Cristiane Kerches da Silva Leite – EACH/USP
117. Cristina Fróes de Borja Reis – Economia/UFABC
118. Cristina Meneguello – História/UNICAMP
119. Cynthia Andersen Sarti – Ciências Sociais/UNIFESP
120. Daniel Tourinho Peres – Filosofia/UFBA
121. Daniela Prates – Economia/UNICAMP
122. Danilo Tavares da Silva – Direito/Mackenzie
123. Débora Alves Maciel – Ciências Sociais/Unifesp
124. Debora Messenberg – Antropologia/UnB
125. Débora Morato Pinto – UFSCar
126. Deisy Ventura – IRI/USP
127. Denilson Luis Werle – Filosofia /UFSC
128. Diana Junkes Bueno Martha – Letras/UFSCAR
129. Diogo R. Coutinho – Direito/USP
130. Edison Ricardo Bertoncelo – Sociologia/USP
131. Edson Ferreira Liberal – Medicina/UNIRIO
132. Eduardo Ferioli Gomes – Matemática/UFF
133. Eduardo Marques – FFLCH/USP
134. Eduardo Natalino – História/USP
135. Eduardo Strachman – Economia/UNESP
136. Elaini C. G. da Silva – Direito/PUC-SP
137. Eliana de Freitas Dutra – UFMG
138. Eliana Povoas Britto – UFSB
139. Elide Rugai Bastos – Sociologia/UNICAMP
140. Elina Pessanha – Sociologia/UFRJ
141. Elizabeth Harkot de La Taille – FFLCH/USP
142. Emília Pietrafesa de Godoi – Antropologia/UNICAMP
143. Erminia Maricato – FAU/USP
144. Ester Gammardella Rizzi – Direito/Cásper Líbero e MACKENZIE
145. Esther Solano – RI/ UNIFESP
146. Euclides Ayres de Castilho – Medicina/USP
147. Eunice Ostrensky – Ciência Política/USP
148. Evergton Sales Souza – História/UFBA
149. Fabiano Abranches Silva Dalto – Economia/UFPR
150. Fabiano Santos – Ciência Política IESP/UERJ
151. Fabio Contel – Geografia/USP
152. Fábio Simas – Matemática/UNIRIO
153. Fabrício Maciel – Ciências Sociais/UFF
154. Fabrício Neves – UnB
155. Fabrício Pereira da Silva – Unirio
156. Fabrício Pitombo Leite – Economia/UFRN
157. Feliciano de Sá Guimarães – IRI/USP
158. Felipe Borba – UNIRIO
159. Felipe Gonçalves Silva – Filosofia/UFRGS
160. Fernanda Areas Peixoto – Antropologia/USP
161. Fernanda Bruno – UFRJ
162. Fernanda Graziella Cardoso – Economia/UFABC
163. Fernando Antonio Lourenço – Sociologia/UNICAMP
164. Fernando Costa Mattos – Filosofia/UFABC
165. Fernando Coutinho Cotanda – Sociologia/UFRGS
166. Fernando Limongi – Ciência Política/USP
167. Fernando Nogueira da Costa – Economia/UNICAMP
168. Fernando Rugitsky – Economia/USP
169. Flávia Biroli – Ciência Política/UnB
170. Flavia Brito – FAU/USP
171. Flavio Azevedo Marques de Saes – Economia/USP
172. Francisco Luiz Lopreato – Economia/UNICAMP
173. Frederico Mazzucchelli – Economia/UNICAMP
174. Gabriel Cohn – Ciência Política/USP
175. Gabriel Feltran – Sociologia/UFSCAR
176. Gabriela Lotta – UFABC
177. Gentil Corazza – UFRGS
178. Geraldo Miniuci – Direito/USP
179. Gilberto Bercovici – Direito/USP
180. Gilberto Hochman – Ciência Política/FIOCRUZ
181. Gilson Schwartz – ECA/USP
182. Giorgio Romano Schutte – RI e Economia/UFABC
183. Glaucia Villas Boas – Sociologia/ UFRJ
184. Glauco Peres da Silva – Ciência Política/USP
185. Guilherme Flynn Paciornik – Gestão Pública /Metodista de São Paulo
186. Guilherme Leite Gonçalves – Direito/UERJ
187. Guilherme Simões Reis – Ciência Política/UNIRIO
188. Guilherme Wisnik – FAU/USP
189. Heleno Taveira Torres – Direito/USP
190. Helga da Cunha Gayhva – Sociologia/ UFRJ
191. Heloisa Meireles Gesteira – História/MAST/PUC-Rio
192. Heloisa Starling – História/UFMG
193. Henrique Pavan Beiro de Souza – Economia/FMU
194. Homero Santiago – Filosofia/USP
195. Horacio Gutierrez – História/USP
196. Iagê Zendron Miola – Direito/São Judas Tadeu
197. Igor Fuser – Relações Internacionais/UFABC
198. Ileno Izídio da Costa – Psicologia/UnB
199. Iram Jácome Rodrigues – Economia/USP
200. Isabel Loureiro – Filosofia/UNESP
201. Isabel Lustosa – Fundação Casa de Rui Barbosa
202. Itania Gomes – Comunicação/UFBA
203. Jaime Fernando Villas da Rocha – Biociências/UNIRIO
204. Jaime Rodrigues – História/UNIFESP
205. Jalcione Almeida – Sociologia/UFRGS
206. Jean Tible – Ciência Política/USP
207. Jean-Paul Veiga da Rocha – Direito/USP
208. Jessé Souza – Ciência Política/UFF
209. Joana Domingues Vargas – Sociologia/UFRJ
210. Joana Luz Guimarães – UFSB
211. Joana Mello de Carvalho e Silva – FAU/ USP
212. João Furtado – Poli/USP
213. João Marcelo Ehlert Maia – Sociologia/CPDOC
214. João Marcos de Almeida Lopes – IAU/USP
215. John Cowart Dawsey – Antropologia/USP
216. Jorge Grespan – História/USP
217. Jorge Luiz Souto Maior – Direito/USP
218. Jorge Mattoso – Economia/UNICAMP
219. José Arbex Júnior – PUC-SP
220. José Augusto Fontoura Costa – Direito/USP
221. José Carlos Braga – UNICAMP
222. José Carlos Vaz – Políticas Públicas/EACH
223. José Dari Krein – UNICAMP
224. José Eduardo de Salles Roselino Júnior – UFSCar
225. José Geraldo Silveira Bueno – PUC-SP
226. José Guilherme C. Magnani – Antropologia/USP
227. José Henrique Artigas de Godoy – Ciências Sociais/UFPB
228. José Henrique Bortoluci – Direito/FGV
229. José Lira – FAU/USP
230. José Maurício Domingues – Sociologia/IESP/UERJ
231. José Paulo Martins Junior – Unirio
232. José Renato de Campos Araújo – EACH/USP
233. José Ricardo de Carvalho Mesquita Ayres – Medicina/USP
234. José Ricardo Ramalho – Sociologia/UFRJ
235. José Rodrigo Rodriguez – Direito/UNISINOS
236. José Sérgio Leite Lopes – Antropologia/Museu Nacional
237. Josianne Cerasoli – História/UNICAMP
238. Juarez Lopes de Carvalho Filho – Sociologia/UFMA
239. Juarez Melgaço Valadares – UFMG
240. Julia de Medeiros Braga – Economia/UFF
241. Julio Casarin Barroso Silva – Ciências Sociais/ Unifesp
242. Júlio César Vellozo – Direito/Mackenzie
243. Karl Monsma – Sociologia/UFRGS
244. Kátia Gerab Baggio – História/UFMG
245. Klarissa Silva – Direito/UFF
246. Laura Carvalho – Economia/USP
247. Laura Mello e Souza – História/USP
248. Laura Moutinho – Antropologia/USP
249. Laurindo Dias Minhoto – Sociologia/USP
250. Laymert Garcia dos Santos – Sociologia/UNICAMP
251. Leandro di Bartolo – Observatório Nacional
252. Leda Paulani – Economia/USP
253. Lena Lavinas – Economia/UFRJ
254. Lenina Pomeranz – Economia/USP
255. Leonardo Avritzer – Ciência Política/UFMG
256. Leonilde Servolo de Medeiros – CPDA/UFRuralRJ
257. Leopoldo Waizbort – Socilogia/USP
258. Liana Carleial – IPARDES
259. Liana de Paula – Ciências Sociais/UNIFESP
260. Lidiane S. Rodrigues – UFSCar
261. Lígia Bahia – UFRJ
262. Ligia Chiappini – Letras/USP
263. Ligia Dabul – Sociologia/UFF
264. Lígia Fabris Campos – Direito/ FGV-RJ
265. Lilia Blima Schraiber – Medicina/USP
266. Lincoln Secco – História/USP
267. Lorelai Brilhante Kury – História/Fiocruz e UERJ
268. Luciana de Oliveira Royer – FAU/USP
269. Luciana Nicolau Ferrara – Planejamento Territorial/UFABC
270. Luciana Royer – FAU/USP
271. Luciane Patrício – Direito/UFF
272. Luciano Fedozzi – Sociologia / UFRGS
273. Lucio Gregori – Poli/USP
274. Luís Juracy Rangel Lemos – UFT
275. Luís César Oliva – Filosofia/USP
276. Luis Claudio Krajevski – Economia/UFFS
277. Luis Felipe Miguel – Ciência Política/UnB
278. Luís Fernando Massonetto – Direito/USP
279. Luis Roberto de Paula – UFABC
280. Luiz Antonio Domakosky – Economia/UFPR
281. Luiz Antônio Silva Araujo –UFSB
282. Luiz Bernardo Pericás – História/USP
283. Luiz Carlos Jackson – Sociologia/USP
284. Luiz Carlos Vilalta – História/UFMG
285. Luiz Fernando de Paula – Economia/UERJ
286. Luiz Recaman FAU/USP
287. Luiz Repa – Filosofia/USP
288. Luziene Dantas de Macedo – Economia/UFRN
289. Magda Lucio – Gestão Publica – UnB
290. Malvina Tania Tuttman – Educação/UNIRIO
291. Manuel Ramon Souza Luz – Economia/UFABC
292. Manuela Lavinas Picq – San Francisco de Quito.
293. Marcelo Arend – Economia e RI/UFSC
294. Marcelo Kunrath Silva – Sociologia/UFRGS
295. Marcelo Ridenti – Sociologia/UNICAMP
296. Marcelo Sampaio Carneiro – Sociologia/UFMA
297. Marcelo Weishaupt Proni – Economia/Unicamp.
298. Marcia Cristina Consolim – Ciências Sociais/UNIFESP
299. Márcia Maria dos Santos de Moraes – UFSB
300. Marcia Ribeiro Dias – UNIRIO
301. Marcia Tosta Dias – Ciências Sociais/UNIFESP
302. Márcio Bobik – FEA-RP/USP
303. Marcio Florentino – UFSB
304. Marco Aurélio Santana – IFCS/UFRJ
305. Marcos Barbosa de Oliveira – Educação/USP
306. Marcos Eugênio da Silva – Economia/USP
307. Marcos Jayme Novelli – UFSCar
308. Marcos Nobre – Filosofia/UNICAMP
309. Marcus Vinícius Peinado Gomes – EAESP/FGV
310. Margareth Rago – IFCH/UNICAMP
311. Maria Emília Xavier Guimarães Lopes – Física/UFF
312. Maria Aparecida Azevedo Abreu – IPPUR/UFRJ
313. Maria Aparecida Leite Soares – UNIFESP
314. Maria Aparecida Mello – Pedagogia/UFSCar
315. Maria Caramez Carlotto – RI/UFABC.
316. Maria Chaves Jardim – Sociologia/UNESP
317. Maria Cristina da Silva Leme – FAU/USP
318. Maria de Fátima Alves da Silva – Física/UERJ
319. Maria Helena Oliva Augusto – Sociologia/USP
320. Maria de Lourdes Ortiz Gandini Baldan – UNESP
321. Maria de Lourdes Rollember Mollo – UnB
322. Maria de Lourdes Zuquim – FAU/USP
323. Maria do Carmo Ferreira – UNIRIO
324. Maria Eloisa Martin – Sociologia/PUC-RJ
325. Maria Fernanda Fernandes Lombardi – Ciências Sociais/UNIFESP
326. Maria Helena Rodriguez – PUC/RJ
327. Maria Lucia Refinetti Martins – FAU/USP
328. Maria Paula Dallari Bucci – Direito/USP
329. Maria Ribeiro do Valle – Sociologia/UNESP
330. Maria Rita Loureiro – FGV-SP
331. Maria Rosilene Alvim – Antropologia/UFRJ
332. Maria Stella Bresciani – História/UNICAMP
333. Maria Tereza Serrano Barbosa – UNIRIO
334. Mariana Fix – UNICAMP
335. Marilde Loiola de Menezes – Ciência Política/UnB
336. Marina Cordeiro – Sociologia/UFRuralRJ
337. Marina Mello e Souza – História/USP
338. Mário Augusto Medeiros da Silva – Sociologia/UNICAMP
339. Mario Schapiro – Direito/FGV-SP
340. Mário Duayer – UFF
341. Marisa Midori Deaecto – ECA/USP
342. Maristela de Paula Andrade – Sociologia/UFMA
343. Marta Amoroso – Antropologia/USP
344. Marta Arretche – Ciência Política/USP
345. Marta Rodriguez de Assis Machado – Direito/FGV
346. Mary Garcia Castro – UCSAL
347. Mauro Almeida – Antropologia/UNICAMP
348. Mauro Koury – Antropologia/UFPB
349. Mauro Zilbovicius – Poli/USP
350. Michel Misse – Sociologia/UFRJ
351. Michelle Ratton Sanchez Badin – Direito/FGV-SP
352. Milton Braga – FAU/USP
353. Milton Martins – Medicina/USP
354. Moacir Palmeira – Antropologia/Museu Nacional
355. Moisés Goldbaum – Medicina/USP
356. Monica Arroio – Geografia/USP
357. Monica Herz – Relações Internacionais/PUC-RJ
358. Muryatan Santana Barbosa – RI/UFABC
359. Nabil Bonduki – FAU/USP
360. Nadya Araújo Guimarães – Sociologia/USP
361. Natacha Rena – Arquitetura/UFMG
362. Neide Esterci – Antropologia/UFRJ
363. Neusa Serra – UFABC
364. Newton de Menezes Albuquerque – Direito/UFC
365. Niemeyer de Almeida Filho – Economia/UFU
366. Nilce Aravecchia – FAU/USP
367. Nísia Trindade Lima – Sociologia/FIOCRUZ
368. Norma Lacerda – MDU/UFPE
369. Nuno de Azevedo Fonseca – FAU/USP
370. Otilia Beatriz Fiori Arantes – FFLCH/USP
371. Patrícia Junqueira – EACH/USP
372. Patricia Rodrigues Samora – Arquitetura e Urbanismo/PUC-Campinas
373. Patricio Tierno – Ciência Política/USP
374. Paula Marcelino – Sociologia/USP
375. Paulo A. Maia Neto – Física/ UFRJ
376. Paulo Feldman – FEA/USP
377. Paulo Fontes – História/CPDOC-FGV
378. Paulo Gustavo Correa Pelegrini – UNIFAP
379. Paulo José dos Reis Pereira – RI/PUC-SP
380. Paulo Nakatani – UFES
381. Pedro Cesar Dutra Fonseca – UFRGS
382. Pedro Chadarevian – UNIFESP
383. Pedro Garcia Duarte – Economia/USP
384. Pedro Luis Dias Peres – Engenharia/UNICAMP
385. Pedro Meira Monteiro – Espanhol e Português/Princeton University
386. Pedro Paulo Zahluth Bastos – Economia/UNICAMP
387. Peter Pal Pelbart – Psicologia Clínica/PUC-SP
388. Priscila Figueiredo – Letras/USP
389. Rafael Evangelista – Jornalismo/UNICAMP
390. Rafael Villa – Ciência Política/USP
391. Ramón G. V. Fernández – Economia/UFABC
392. Raphael Jonathas da Costa Lima – Sociologia/UFF
393. Raquel Imanishi – Filosofia/UNB
394. Raquel Weiss – Sociologia/UFRGS
395. Rebecca Abers – Ciência Política/UnB
396. Reginaldo Nasser – RI/PUC-SP
397. Rejane Cristina Rocha – UFSCar
398. Renato Anelli – IAU/USP
399. Renato Cymbalista – FAU/USP
400. Renato da Silva Queiroz – FFLCH/USP
401. Renato Glauco de Souza Rodrigues – UFSB
402. Renato Sztutman – FFLCH/USP
403. Ricardo de Araújo Kalid – UFSB
404. Ricardo Musse – Sociologia/USP
405. Ricardo Rodrigues Teixeira – Medicina/USP
406. Ricardo Terra – Filosofia/USP
407. Rita Paiva – Filosofia/UNIFESP
408. Rocío Elizabeth Chávez Alvarez/UFSB
409. Rodnei Nescimento – Filosofia/UNIFESP
410. Rodrigo Alves Teixeira – Economia/PUC-SP
411. Rodrigo Cazes Costa – Produção Cultural/UFF
412. Rodrigo Sales Pereira dos Santos – Sociologia/UFRJ
413. Rogério Arantes – Ciência Política/USP
414. Rogério Schlegel – Ciências Sociais/UNIFESP
415. Ronaldo Campos e Silva – Direito/IBMEC e UFF
416. Rosa Gabriella de Castro Gonçalves – UFBA
417. Rosa Maria Marques – PUC-SP
418. Rosana Curzel – UFRuralRJ
419. Rosângela Ballini – Economia/UNICAMP
420. Rosemary Segurado – PUC-SP e FESPSP
421. Rossana Rocha Reis – Ciência Política/USP
422. Rubem Leão Rego – Sociologia/Unicamp
423. Rubens Alves da Silva – Ciência da Informação/UFMG
424. Rudinei Toneto Júnior – FEA-RP/USP
425. Rúrion Melo – Ciência Política/USP
426. Ruy Braga – Sociologia/USP
427. Sabine Gorovitz – UnB
428. Sabrina Parracho – Sociologia/UFRuralRJ
429. Salete de Almeida Cara – FFLCH/USP
430. Samuel de Jesus – Artes/UFGO
431. Samuel Rodrigues Barbosa – Direito/USP
432. Sarah Feldman – IAU/USP
433. Sávio Cavalcante – Sociologia/UNICAMP
434. Sávio Cavalcanti – UNICAMP
435. Sebastião Velasco e Cruz – Ciência Política/UNICAMP
436. Sérgio Amadeu da Silveira – UFABC
437. Sérgio Costa – Universidade Livre de Berlim
438. Sergio Rezende – Física/UFPE
439. Sérgio Salomão Shecaira – Direito/USP
440. Sérgio Schneider – Sociologia/UFRGS
441. Silvana Rubino – História/UNICAMP
442. Silvia Lorenz Martins – UFRJ
443. Simone Kropf – História/Fiocruz
444. Simone Meucci – Sociologia/UFPR
445. Sônia Salzstein – ECA/USP
446. Stella Senra – Comunicação/PUC-SP
447. Steven Dutt Ross – UNIRIO
448. Sueli Gandolfi Dallari – Direito/USP
449. Suely Rolnik – Psicologia Clínica/PUC-SP
450. Suhayla Khalil – FESPSP
451. Syd Lourenço – FFP/ PPGHS/UERJ
452. Sylvia Caiuby Novaes – Antropologia/USP
453. Sylvia Helena Telarolli de Almeida Leite – UNESP
454. Tânia Bessone da Cruz Ferreira – UERJ
455. Tatiana Berringer – UFABC
456. Tatiana Savoia Landini – Ciências Sociais/UNIFESP
457. Thiago Ferreira – Comunicação/UFBA
458. Tiago Mesquita – Escola da Cidade
459. Tomás Rotta – University of Greenwich
460. Túlio Batista Franco – Saúde Coletiva/UFF
461. Ursula Peres – Políticas Públicas/USP
462. Valdemir Pires – Administração Pública/UNESP
463. Valéria de Marco – Letras/USP
464. Valter Pomar – Relações Internacionais/UFABC
465. Vanessa Petrelli Correia – Economia/UFU
466. Vera da Silva Telles – Sociologia/USP
467. Vera Alves Cepêda – Ciência Política/UFSCar
468. Vera Pallamin – FAU/USP
469. Victor Giraldo – Matemática/UFRJ
470. Vivian Paes – Sociologia/UFF
471. Wagner de Melo Romão – Ciência Política/UNICAMP
472. Wagner Pralon Mancuso – EACH/USP
473. Waldir Quadros – Economia/UNICAMP
474. Walquiria Leão Rego – Ciência Política/UNICAMP
475. Wellington Cyro de Almeida Leite – UNESP
476. William Nozaki – FESPSP
477. Wilma Peres Costa – História/UNIFESP
478. Wilson Reis de Souza Neto – Matemática/PUC-RJ
479. Wilson Vieira – Economia/UFRJ
480. Yara Frateschi – Filosofia/UNICAMP

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56 Comentários

Arquivado em Política, Universidade

56 Respostas para “Professores universitários lançam abaixo assinado contra o golpe

  1. Que tal olhar do ponto de vista administrativo legal: parece sim que governo cometeu um ilícito nas pedaladas:

    http://bicadasdogallo.blogspot.com.br/2015/12/crime-fiscal-tambem-e-crime.html

    Não é?

  2. EDU

    Porque os 17 primeiros nomes estão a parte? São melhores que os outros?

  3. EDU

    Todo impeachment tem um componente político. Não há golpe algum, porque é previsto na constituição. A questão é se as pedaladas infringem a Lei de Responsabilidade Fiscal.

  4. Questões Relevantes

    A grande novidade desta carta é o reconhecimento do sistema de castas na USP. O trecho abaixo faz parte de um artigo que analisa esta nova manifestação.

    Observem alguns detalhes.

    1) Quando Eduardo Cunha estava engavetando o pedido de impeachment para chantagear Dilma e, com isso, bloqueava direitos legítimos de cidadãos que o apresentaram, houve silêncio. Estes professores não pediram respeito aos trâmites constitucionais.

    2) Quando Eduardo Cunha desengaveta o pedido de impeachment para aumentar a pressão da chantagem ou como vingança, eles saem da toca.

    3) Há o mesmo Eduardo Cunha nos dois casos, sendo que no primeiro ele cerceava direitos e no segundo apenas permitiu que o direito fosse exercido. Ou seja, os professores apoiaram a ilegalidade, o cerceamento do direito, e criticaram o fim da ilegalidade, o fim da obstrução.

    4) Fazem uso de uma retórica falsa. Dizer que não há razões para o impeachment é atentar contra os fatos, é ignorar a lei e a condenação das pedaladas fiscais no TCU por unanimidade.

    5) Dizem que o impeachment só deve ser aplicado em circunstâncias extremas, mas esquecem de dizer que o Brasil vive hoje a situação social e política mais extrema desde o fim do regime militar.

    6) Por último, a vaidade e o pedantismo: as assinaturas estão separadas em dois grupos, primeiro as 17 vestais, depois os 463 mortais. Os quase famosos, cujos nomes podem impressionar mais que suas ideias, aparecem no abre alas. A plebe surge depois, empurrando o carro alegórico. Seria cômico se não fosse patético.

    Deixo um link para a íntegra do artigo:
    O IMPEACHMENT E OS PROFESSORES DA USP DA 1ª E DA 2ª DIVISÃO.
    http://wp.me/p4alqY-lc

    • Vejam bem, camaradas. Quase 500 professores que deixaram sua marca na produção do conhecimento brasileiro, nas mais diferentes áreas, são aqui “refutados” pelo Sr. Questões Relevantes que, este sim, conhece toda a verdade e deve ter sua opinião levada em consideração no caso em questão, caso contrário, também ganhará um qualificativo como “segunda divisão” ou qualquer coisa que o valha. hahahaha Isso sim seria cômico se não fosse patético.

      • Questões Relevantes

        Rogerio, como sempre o seu limite é apresentar currículos. Leia o artigo e aponte inconsistências. Fiz isto com esta carta e com as anteriores. É menos engraçadinho, mas mais consistente.

      • Questões Relevantes, como já tive oportunidade de lhe dizer antes, seria gastar muita vela para pouco defunto. Não dá mais. =)

        Att.

        RB

      • Questões Relevantes

        Este é o seu limite: fazer cara de conteúdo.

      • É sim. hahahah Tudo o que aí está escrito é só cara de conteúdo. kkkk Falou o homem que não tem coragem de se apresentar e nem dizer o que faz. kkkkk

      • Questões Relevantes

        Meu nome é Paulo Falcão . Os artigos do blog são assinados. Deixe de delirar. Medo de quê?

      • hahah Desculpe, eu não leio o seu blog. Aqui você nunca havia se apresentado. Não tenho como saber o nome de alguém que se apresenta como Sr. Questões Relevantes…

        Att.

        RB

      • A propósito, falta você me dizer sua profissão/especialidade, assim começamos a ficar em pé de igualdade, não acha?

        Att.

        RB

      • Olha só, sr. questões, mais uma cara de conteúdo pra você: http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/wp-content/uploads/sites/41/2015/12/Rosa-Cardoso1.pdf.

        Trata-se do parecer de Rosa Cardoso, que afirma não ter consistência o pedido de impeachment contra a presidenta, Dilma Rousseff, recebido pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, em retaliação ao apoio do PT à abertura de processo contra ele no Conselho de Ética. Segundo Rosa, além de o Tribunal de Contas da União (TCU) não ter no passado indicado que as chamadas pedaladas fiscais eram inaceitáveis, só se configura crime de responsabilidade quando há dolo (intenção) de cometer o ato ilegal. “Nesse sentido, é preciso que um pedido de impeachment aponte exatamente as ações presidenciais que levaram ao crime de responsabilidade, o que não foi feito no pedido de Hélio Bicudo, Miguel Reale Jr. e Janaína Paschoal.”

        Rosa Cardoso é advogada e professora universitária, formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), sendo mestre em Direito Penal pela Universidade de São Paulo (USP) e doutora em Ciência Política pelo Iuperj, atualmente vinculado a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Autora de obras jurídicas, foi coordenadora da Comissão Nacional da Verdade (CNV), entre maio e agosto de 2013.

        Att.

        Rogério Beier, historiador que não tem medo de se apresentar… rsrsrs

      • Questões Relevantes

        Rogério, há pareceres para todos os gostos. Meu ponto não é este. Sua dificuldade de leitura o impede de perceber o que realmente importa: a falta de isonomia, a falta de um norte ético único.

        Eles silenciam quando o canalha Eduardo Cunha faz o que lhes convém (cerceando direitos) e protestam quando os desagrada (dando curso normal ao direito).

        É meio sofisticado pra você, mas quem sabe…

      • hahahaha Agora há pareceres para todos os gostos. rsrsrs Os maiores juristas do país rejeitam o argumento da ilegalidade das pedaladas fiscais e a resposta é: “a interpretação da legislação é subjetiva” e “há pareceres para todos os gostos”. kkkk

        Me desculpe, caro Paulo (enfim tenho um nome para te chamar), mas acho que é você quem tem dificuldade de leitura. Parece incapaz de entender o que os professores estão efetivamente defendendo e, da maneira mais grotesca, os ataca, como se eles fossem estúpidos ou mal intencionados. Desculpe, mas o limitado aqui é você, camarada!!!

        Muitos dos professores que você tem acusado aqui e, ao que parece, no seu blog, fazem oposição ideológica à Dilma Rousseff e seu governo. Você coloca todo mundo no mesmo saco. Isso é prova de uma estupidez sem limite. Quando eu insisto em apresentar quem você está ridicularizando, você reitera que eu só estou apresentando currículos. Não me caro, não é isso. É que nesse jogo, a sua opinião é só sua opinião, enquanto os especialistas são eles. Você não é capaz de sobreviver a cinco minutos de debate com qualquer um desses juristas e, vou além, até mesmo com os professores das outras áreas sobre ciência política, conjuntura econômica e temas afins. Enfim, não sou eu que vou defender ou lhe explicar a posição dos professores que você de modo tão leviano, tem ridicularizado. No fim, o ridículo aqui é só você mesmo.

        Att.

        RB

      • Dorothy Lavigne

        Corrigindo: 500 inuteis cuja “obra” é irrelevante e desconhecida por quem não faz parte da casta uspiana et alii

      • Gente, quanto ódio nesse coraçãozinho. Percebo que entre os seguidores desse blog há uma quantidade incrível de recalcados. Caramba!!!

      • Questões Relevantes

        Depois que até o Fachin, do STF, reconheceu que não há ilegalidade alguma na admissão do pedido de impeachment por Eduardo Cunha, fica mais evidente ainda que esta “Carta dos Professores Universitários” é apenas um vexame público, como defendo aqui: O IMPEACHMENT E OS PROFESSORES UNIVERSITÁRIOS DA 1ª E DA 2ª DIVISÃO. http://wp.me/p4alqY-lc

      • Ué, mas não foi você quem defendeu aqui que pareceres existem para todos os gostos? hahahahaha Mas em tempo, o que o STF julgou na quarta-feira foi se Eduardo Cunha era suspeito ao aceitar a solicitação de pedido de impeachment, isto é, se havia quaisquer motivos de impedimento ou conflito de interesses na aceitação por parte Cunha o que, segundo o parecer de Fachin, não havia. Parecer que foi acompanhado por seus pares.

        De qualquer modo, ainda que o ministro Fachin tenha se pronunciado quanto à legalidade do pedido, essa não é a causa que está em questão no STF. Esta casa foi chamada para analisar o rito do impeachment e não a dita legalidade orquestrada pelo Cunha.

        Att.

        RB

      • Questões Relevantes

        Rogerio, diante de sua dificuldade de leitura e compreensão de texto, percebo que o debate fica muito truncado. Mas imgino que os demais leitores entederão o que eu disse.

      • Sim, sim. hahahaha. O problema aqui é, de fato, minha incapacidade de compreender as posições “tão complexas” que você tem postado por aqui. Claro! rsrsrs

        Devo dizer, aliás, que sinto-me lisonjeado quando você aponta que eu não compreendo as coisas que você escreve por minha divergência frontal aos absurdos aqui apresentados e por tentar mostrar sua visível inconsistência argumentativa. Como já tive oportunidade de postar aqui em outra ocasião, e me apropriando de um poema de Manoel de Barros: por minhas palavras alguns tem me elogiado de imbecil. Devo reconhecer que sou fraco para tais elogios. Passar bem, Paulo Falcão.

        RB

      • Alias, gostei do “até o Fachin”. hahaha Pelo visto, você também acredita que há ministros de primeira e segunda divisão. rsrsrs

        Att.

        RB

  5. Aliás, assinam o manifesto juristas como Dalmo Dallari e Fábio Konder Comparato, ambos professores eméritos da Faculdade de Direito do Largo São Francisco (USP), que consideram as pedaladas fiscais uma artificialidade para derrubar Dilma do poder. Outro jurista importante com a mesma visão é Celso Antônio Bandeira de Mello, da Faculdade de Direito da PUC-SP. Segue a mesma linha o professor Luiz Moreira Gomes Júnior, ex-conselheiro nacional do Ministério Público e também o professor Francisco Queiroz Cavalcanti, professor titular da Universidade Federal de Pernambuco, que se ateve ao mérito dos argumentos utilizados pelos autores do pedido de impeachment. Para este professor, aliás, não cabe responsabilização por “pequenos atrasos” do Tesouro Nacional no financiamento de bancos como o Banco Nacional de Desenvolvimeto Econômico e Social (BNDES), a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil. Já para o doutor em direito Marcelo Labanca, como não houve nenhum ato pessoal direto da presidenta, não se pode gerar o chamado crime de responsabilidade. Labanca ressaltou que o que se deve analisar neste caso é se houve intenção de fraudar, e não somente “qualquer ato ilícito”. “O crime exige fraude, intenção da desonestidade. Não foi encontrado qualquer ato que levasse a presidenta a perder o seu mandato. O direito está sendo manipulado com finalidade política”, afirmou.

  6. NÃO VAI TER GOLPE….. VAI TER IMPEACHMENT…. O PRÓPRIO STF JÁ SE MOVIMENTO PARA ESTABELECER UM RITO PARA TAL…. O RESTO É MIMIMI !!!

  7. Dorothy Lavigne

    A carta vale pro caso da campanha “Fora Cunha” também? Como tem comuna revisionista nesse pais, hein?!

  8. enrique

    rogério como faz para assinar?

    • EDU

      Rogério. Um monte de professores assinarem um manifesto é unicamente ” um monte de professores que assinaram”. É legítimo que eles tenham esta opinião, como todos tem o direito de se manifestar ou não. Não são uma casta acima da sociedade e sua colocação como se eles assim o fossem é bastante elitista ( de alguém que diz lutar contra o elitismo). O governo Dilma foi eleito sobre uma grande mentira e ninguém duvida disso, nem o PT. É quase impossível para ela governar. Se aprofundar as idéias do 1.o mandato ou a visão da esquerda, ela acaba de quebrar o país e aí com certeza cairá ou deixará o país com uma crise total e gigantesca inflação.Não há saída. A tentativa com Levy, partiu de um pressuposto que muitos acreditavam. Que o um ministro poderia colocar a casa em ordem sem muita dor. Ficou constatado que o buraco é muito maior e que o país esta quebrado e indo a um abismo sem medidas e reformas profundas. Levy não tem força política para tal e Dilma muito menos, pois vai na direção contrária de tudo que ela e o PT acreditaram. O populismo da esquerda na Am. Latina é gastar tudo que tem e distribuir, depois quebra o país e o sofrimento volta maior ( vide Venezuela e Argentina). É como aqueles remédios para emagrecer ( anfetaminas). Devido ao sistema político presidencialista e a composição e jeitão do congresso que só pensa em malandragem, cargos, dinheiro e mamatas( igual ao povo, não nos enganemos), não há ainda uma solução para a crise. Novas eleições dependem de impeachment ou renúncia, se for com Temer, teremos provavelmente um governo fraco, pois não há respaldo político. Talvez ele ache um catalizador ( difícil) , pois para tentar colocar o país no eixo, vai muito sofrimento e disso ninguém gosta. Se as pedaladas são motivo para impeachment, não depende da opinião de Dalmo de Abreu Dallari ( a sua filha é esposa do Eduardo Suplicy, só para mostrar os laços), mas do congresso, do STF e do povo nas ruas. Agora defender as pedaladas após a lei da responsabilidade fiscal baseado na idéia de que sempre foi feito é demais.DE fato há juristas que tendem a opinar de acordo com suas convicções políticas e pode levar a um viés. Isto é normal. Há outra questão do impeachment que esta no TSE, que questiona as eleições baseados nas contribuições ilegais do Petrolão. Não sei o que vai dar. Neste caso não há Temer. Em tempo: por que vc sempre descamba para a ironia e agressividade com quem escreve aqui, quando não concorda com sua visão. Critica o cara por não colocar o nome ( Medo? do que?), chama de burrinho e outras coisas mais em geral, sempre desqualificando a opinião contrária. Você escreve para que aplaudam? Então deixe claro e ou corte as opiniões contrárias. Vc dis que é professor e sempre descamba para a baixaria. Porque não só discutir os argumentos. Outra coisa. Acima coloquei minha opinião sobre o tema que vc levantou. Depois critiquei suas atitudes. Por favor, não misture uma coisa com outra. São 2 tópicos.O segundo vc pode responder ou não. A questão da discussão esta na primeira parte.

    • Olha, Enrique. Há uma petição pública naquele sítio conhecido das petições. Acho que no link de onde eu retirei a notícia você encontrará o local exato.

      Att.

      RB

  9. Aliás, eminente Paulo Falcão, isonomia é um termo que parece não caber aqui para o que você está querendo dizer, você não acha? Sugeriria buscar averiguar se a palavra cabe bem à ideia que você está defendendo aqui.

    Contudo, deixando de lado a seara gramatical, entendo que seu grande equívoco (o qual eu julgava desnecessário dizer, por óbvio) é que você coloca num mesmo saco centenas (na verdade mais de mil) professores que assinaram a referida carta contrária ao impeachment. Considera que a todos eles falta um norte ético, pois, segundo sua argumentação, usam dois pesos e duas medidas.

    Ora, para fazer uma afirmação como esta você deveria conhecer o posicionamento político e ideológico de cada um desses professores e acompanhar aquilo que andam fazendo e publicando nos últimos anos, coisa que certamente você não fez, pelo que anda publicando aqui e acolá.

    Ao contrário do que você afirma em todas as suas colocações (e no resumo do seu post publicado neste comentário), eles tem se manifestado quase que diariamente contra Eduardo Cunha e seus impropérios. Muitos usam o espaço que possuem em jornais impressos, na mídia televisiva, programas de rádio e até mesmo em seus perfis nas redes sociais. Há até, como eu já disse em algum ponto, quem faça oposição programática e ideológica ao governo de Dilma Rousseff. Neste ponto, especificamente, muitos professores divergem quanto ao posicionamento que o governo veio tendo com o PMDB, em geral, e com Eduardo Cunha, em particular. Por essa razão, suas manifestações se davam individualmente. No entanto, entendo que todos os que assinaram a carta convergem no que diz respeito à abertura do processo de impeachment do modo como este está se processando, isto é, sem a comprovação de crime doloso cometido pela presidenta Dilma Rousseff. Na opinião desses professores, se isso ocorresse estaríamos diante de um golpe à democracia, sobretudo se considerarmos que o referido processo só foi aceito pelo Presidente da Câmara em clara retaliação ao avanço das investigações contra os crimes cometidos por ele. Não vejo, portanto, aonde estaria os dois pesos e duas medidas ou a falta de norte ético que você acusa no posicionamento dos professores. Volto a destacar que achava desnecessário fazer tal esclarecimento, por óbvio.

    Agora, permita-me dizer, acusar a existência de professores de “primeira e segunda divisão” com base na ordem das assinaturas da carta é tão vexatório que, justamente em razão da vergonha que senti ao ler, também achei desnecessário comentar. Não sei se você sabe como se organiza a elaboração de uma carta aberta, mas de modo geral, há o grupo que cria a carta e, uma vez publicada, há os que assinam dando seu apoio à mesma. Parece-me, caro Paulo Falcão e Edu, que o ocorrido aqui foi esse e não a tresloucada hipótese que vocês levantaram por aí.

    Att.

    RB

  10. Terezinha de Fátima Almeida Costa

    Não ao golpe.Vamos nos unir para que a nossa democracia seja fortalecida.

  11. Carlos Alberto Mitter

    Como eu faço para assinar?

  12. Olá, os professores estão de parabéns sobre o ato, pois é uma situação muito crítica a que vivemos, pois trata-se de toda a estrutura financeira e social do país, toda esta situação já está causando ódio entre uma massa muito grande da população o qual deveria tentar ser controlado de uma melhor forma, pois afinal de contas podemos ter efeitos devastadores no país mesmo que estejamos fazendo a coisa certa sobre algo mas errada sobre outra visão mais ampla, parabéns aos professores!

  13. Elenize Oliveira

    Elenize Oliveira -UFRR

  14. Suely Sarrat

    Dilma fica. Eu e a minha família somos contra esse golpe.

    • EDU

      Este espaço pode ser 2 coisas. propaganda ou discussão. Na minha visão seria para discutir idéias e argumentos. Impeachment não é golpe, do contrário não estaria previsto na Constituição. Os atos da Dilma ( independente da vergonhosa escuta telefônica em que age como subalterna de gangue do Lula) e principalmente de toda a estrutura do PT, justificam sim este processo. A roubalheira não foi algo de indivíduos que tinham poder no posto; algo que a simples punição resolveria, mas de uma orquestrada organização que vinha de cima para baixo e passava por quase todo mundo que tinha cargo importante no partido. Claramente quem montou esta estrutura foi a cúpula. Eu se fosse Petista, teria vergonha de tudo que esta aparecendo e estaria xingando toda esta cúpula, e jamais defendendo estes bandidos. Já tive passagem pela esquerda e sei que infelizmente esta não acredita em instituições democráticas. Acredita em 2 formas de chegar ao poder: 1) Revolução e 2) através das instituições ( via Gramsciana). Para alcançar objetivos, não há moral ” burguesa” . O roubo é para o “povo” e a moralidade pequeno- burguesa é ridícula. As instituições podem ser úteis enquanto ajudam a atender seus objetivos, mas não são algo em sí importante. Não há novidade em que escrevo. Saindo da filosofia, esses professores da USP e demais universidades se alinham a esquerda e acham que qualquer critica a esquerda deve ser defendida, independente das causas e fatos. Vamos falar sério: Quem roubou e aumentou geométricamente a promiscuidade do estado? Collor ou LULA/Dilma? Collor era um bostinha amador perto do que o PT fez. Até em volume era um manezinho. Na época o PT em peso e toda a esquerda não tinha dúvida que era caso de impeachment (Quase todo mundo achava e ele foi deposto). Porque com o PT é diferente?
      Digamos que as instituições e a imprensa são mais rigorosas com o PT ( não acho). Isto muda as provas da Lava -jato? Se outros foram corruptos e não foram pegos, azar da sociedade. Aqui foram pegos. tem que pagar dentro do rigor normal da lei. Lei esta que os tribunais nunca usaram contra as zelites. Quando utilizam os petistas e esquerdistas choram porque a turma deles foi pega. Dane-se. Foram pegos. Não chorem por bandidos. Lembre-se que até agora só pegaram operadores e empresários. E os políticos? Fiquem tranquilos. Os seus ladrões terão pena leve do STF , porque alí há indicações típicas de que as instituições não servem para nada e assim como o mensalão, o operador levará penas altas e os mentores ( Dirceu, genoíno, Delubio e outros) levarão penas leves e em breve estarão com seus punhos revolucionários a mostra.

  15. Sou totalmente contra, e numa comissão em que mais da metade dos deputados tem pendências judiciais, num parlamento presidido por um corrupto? Temer, Cunha, Calheiros? Caros coxas, os fins não justificam os meios.
    E por favor, para alguns q comentam aqui, mais respeito com os professores deste país! Não somos melhores que ninguém, mas temos todo o direito de manifestar contra ou a favor às questões políticas. E neste caso, o que está em jogo é a fragilização da democracia e o uso da mídia e poder “direitista”, para desestabilizar o país, por conta de uma eleição perdida em 2014.
    Abraços

    • EDU

      galexarq. Este mesmo congresso que agora repudia, foi a base de governo do PT por 12 anos. Maluf, Collor e outros menos conhecidos, serviam enquanto úteis, agora não mais? Também foram estes membros em cj com o PT que deporam Collor ( corretamente). A LUZ dos FATOS. você acha que as provas da Lava-Jato e a organização do PT para que esta fosse a forma de montar fundos para campanhas e roubalheira individual ” no bojo”, como gostam os acadêmicos, são verdadeiras ou falsas? Responda isto e depois discutimos o resto do que vc escreveu.

      • Geovany Silva

        Vamos aos fatos, como é necessário em toda discussão civilizada e inteligente:

        1. A deposição (o tal impichamento), só seria plausível em caso de um ato infracional grave. Pedalada fiscal, se assim fosse, deveria valer para todos (ex-presidentes, governadores, prefeitos), que nunca fecham as suas contas face aos déficits absurdos e, muitas vezes, à má gestão. De Obama a Sarney, pedalada sempre há. A Dilma, apesar de ser incompetente em diversas áreas (econômica e politicamente, pe), não é réu, e foi eleita DEMOCRATICAMENTE. Não há crime de sua parte. Não há enriquecimento ilícito como outros (à ex. dos réus e/ou investigados: Temer, Cunha, Aécio, FHC, Richa, Alckmin, Maluf etc).
        Argumento Principal: Refutado.

        2. Não disse que o congresso-senado-judiciário é imparcial, moral, justo. Justiça no Brasil funciona bem prá negro e pobre. Estranho que foi na gestão do PT que os corruptos ricos estão sendo presos, não achas? Mas, nossos representantes são reflexo da nossa sociedade, e, como tal, corrupta (em grande maioria). Não conheço um rico que não tenha sonegado imposto (alguns juram que não, mas…), ou um empregado que não tenha tirado proveito de algo em sua empresa – óbvio que há muitas exceções, e conheço algumas -, portanto, temos que mudar a nossa estrutura social e cultural, que demanda tempo, educação de base e civilidade, como tbm fiscalização e aplicação da lei. Portugal, p.ex., é um pouco mais rico, mais igual, e é tão corrupto quanto o Brasil (ou mais). Ou seja, não é um caminho fácil!

        3. O PT está pagando por seus acordos pela “governabilidade”, e corrupção, que bom. E a democracia serve prá isso, para controlar e exigir, contestar, mas, DENTRO DA LEI. Não podemos ser parciais e dizer que a corrupção do Petrolão (PT, PMDB, PSDB, etc). A corrupção do Banestado, engavetado pelo Super-Moro, desviou 25 vezes mais. Até agora não há provas irrefutáveis do Lula, há indícios, e estão perseguindo ele por isso com medo que ele volte em 2018. A presunção de inocência é um tratado jurídico para a democracia internacional. Esses pontos, são discutidos fora do Brasil, em desfavor a esse golpe. Se provarem algo, julgado, meu caro, eu apoiaria de imediato o “Impichamento”. Mas não compro discurso de Globo e Veja, sem analisar os fatos (sou cientista).

        4. Na minha opinião, não se está discutindo “sistema político” e o combate irrestrito à corrupção. Esta está em todas obras públicas! Em tudo, seja no município, estados ou federação, se paga “percentuais” para se aprovar ou executar projetos-obras.

        5. A crise econômica é grande, INTERNACIONAL, mas no Brasil muito agravada pela oposição que barra todas as propostas de governabilidade. Ou seja, estão f…. as pessoas, o país, as empresas, em prol de uma eleição perdida? Isso não é golpe? Por que não esperar até 2018? O Brasil já esteve muito pior em termos econômicos, na gestão do FHC, por exemplo. Se não sabe, veja as projeções da economia no site do WorldBank.

        No mais, boa sorte à todos. Torço pelo meu país, e pela democracia. Acho que a Dilma cai, mas de forma ilegítima. E isso é que está em questão! Mas com Temer e o PSDB no poder, de forma ilegítima, certamente todos os problemas do Brasil (ou seja, PT), estarão resolvidos. A corrupção acaba, e viveremos felizes para sempre! Acho que não.

        E imagina isso tudo para um investidor externo!

        Abraços, fui.

      • EDU

        Geovany
        1) Não esta claro para mim a questão do crime ou algo que vá contra o cargo,. São coisas diferentes. Color foi impedido por clamor. Não havia crime nem provas ou julgamento. Tecnicamente falando o filha da mãe nunca foi condenado. Quanto a enriquecimento ilícito é um dos crimes que alguém pode cometer e isto não foi imputado a Dilma, assim como nunca foi imputado a FHC e a Alkmin, da sua lista. Vamos imaginar o seguinte: a taxa de homícidios no Brasil é alta e a de identificação dos assassinos é baixa. Seria então possível um assassino dizer que não aceita ser condenado enquanto todos os outros não o forem? Goste ou não, quem é pego, paga, do contrário nunca haveria punição. Não sei se todos fizeram pedaladas, mas é claro que a Dilma fez e se fpor ilegal, problema dela. Se o Alkmin fez, problema dele, dane-se ele. Nós vamos defender na teoria de que todos fazem?
        2) Concordo em quase tudo. Há uma novidade: Independente do mérito de quem ajudou a contruir isto, hoje há risco em roubar, desviar verbas, corrupção. Um país só diminui a corrupção, sonegação, desvios com RISCO para quem o faz. Pegou, dançou. Talvez este seja um dos principais pilares para as mudanças que você almeja. Para azar do PT, isto aconteceu justo quando eles estavam no poder. MORO não é tucano. É um cara que se preparou a vida todo nesta área, e em conjunto com o MP e PF criaram algum núcleo honesto e provavelmente com treinamentos e técnicas americanas que são as mais avançadas do mundo.

        3) As informações que tenho de Moro no Banestado vão no sentido contrário ao que você coloca. Pode ser que havia menos recursos e instrumentos à época para fazer o estrago de hoje, mas o estrago foi gigante. Acabaram com os doleiros no Brasil, Maluf se ferrou, assim como muita gente. Acho que você se enganou. Com relação ao Petrolão, além de sua dimensão em valores que são inacreditavelmente altos, mostrou um diferente caminho de corrupção. Sempre houve corrupção no Brasil e as empresas estatais estão aí SÓ com esta finalidade, asism como os fundos de pensão e autarquias e controle de ministérios. Sempre houve uma certa permissividade passiva que permitia roubo, mas sem relação hierárquica a um comando e sem desenho pré-definido. Digamos que era caótica. O que o PT fez, foi institucionalizar a roubalheira de forma a torná-la algo normal e obrigatório no exercício do poder. Virou carne de vaca e as empreiteras passaram a viver no paraíso. Não havia risco, a cupula do governo controlava tudo. Na minha opinião a simples existência de tamanho esquema na Petrobrás no qual a presidenta foi d tb presidenta do conselho de administração e que tinha na Petrobrás a mais importante empresa do país e o pré-sal o maior investimento , seria motivo para ela praticar Hara-Kiri caso de fato não estivesse envolvida e se nada sabia, mostra-se uma pessoa sem qq aptidão que deveria tb renunciar por isso. Não presunção de inocência aqui; toda a cúpula participava.

        4) Concordo que a discussão do modelo político deveria ser a base de mudança do país. Não dá para continuar com tantos partidecos que são meros balcões de negócio e lembro a vc que os grandes partidos também são balcão de negócios, daí a dificuldade de mudar o sistema. O fato do Brasil inteiro ( federal,estadual,municipal) ser um antro de roubalheira, não desculpa ninguém quando pego.

        5) Existe de fato uma crise internacional média, mas a crise Brasileira é genuinamente nacional conduzida pelo gênio Mantega e endossada ou até definida por Dilma . Não cabe aqui discutir, mas não adianta. Quem quebrou o Brasil foi DILMA. FHC pegou circunstâncias piores e estava refundando certos aspectos da estrutura do país ( Responsabilidade Fiscal/Sec do Tesouro/ Inflação/ Câmbio frágil ) e se cometeu erros ,deixou uma organização que foi a base dos anos de ouro de LULA que basicamente deixou como estava com Pallocci e Meirelles.

        O que concordamos bastante é que só impeachment não ajuda a resolver a crise. O que discordamos? Acho MORO uma das figuras mais importantes no Brasil, pois quebrou paradigmas prá valer, pegando e punindo a roubalheira, participantes. Caberá ao STF dar o mesmo fim aos políticos. Dará?

  16. como assinar? tem q ter um link pra quem quiser assinar

  17. Ivanilde

    Não sou a favor das falcatruas, acho que que a presidente tem que terminar seu mandato.

  18. JORGE JUNIOR

    Pode acrescentar meu nome: Jorge Muniz Junior – Engenharia de Produção – UNESP

  19. Carla

    Uma questão para o sr ou sra Questões relevantes: porque não assina embaixo, a começar pelo próprio nome?
    Ass: Professora da segunda divisão (Coisa ridícula).
    Carla Mourão – Psicanalista, Dra em Psicologia Clínica. Professora universitária desempregada, carioca, acabando de voltar de São Paulo onde a grana está, no Brasil onde pouco há. Chega de pose na academia!!!!!!!!!!!!

  20. Victor

    E o pior q tenho aula com alguns desses “ilustres” militantes na UFF. Trágico e cômico.

  21. Stela

    Interessante que dessa lista, só contei 8 de universidades particulares. Peculiar ou curioso?

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