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Carta aberta à Dilma Rousseff

Repercutindo a carta aberta escrita pela professora Hebe Mattos à presidenta Dilma Rousseff, publicado originalmente no blog Conversa de Historiadoras, em 06.mai.2016.

OS HISTORIADORES E A PRESIDENTA (CARTA ABERTA À DILMA ROUSSEFF)

Rio de Janeiro, 06 de maio de 2016

Querida Presidenta Dilma Rousseff,

Permita-me, por favor, chamá-la de querida. Eu tomo tal liberdade como cidadã indignada com o comportamento misógino de ampla maioria dos deputados da câmarabaixa desse país, durante a vergonhosa votação da admissibilidade (sem qualquer base legal) do processo de seu impedimento do cargo de Presidente da República. Neste momento difícil, em que poucos ainda acreditam no espírito democrático da maioria dos senadores, escrevo-lhe, também, como historiadora profissional. Pesquisadora e professora de História do Brasil há mais de 30 anos, a partir da difícil vivência da atual crise política, venho renovando algumas das minhas antigas perguntas sobre o passado brasileiro. A angústia que experimento hoje, ao ver a democracia no Brasil mais uma vez ameaçada, me levou, sobretudo, a reavaliar a força da cultura do privilégio, de fundo patriarcal e escravocrata, no tempo presente da política brasileira.

Depois do dia 17 de abril, de triste memória, a direção da Associação Nacional de História fez uma nota oficial de repúdio à votação da admissibilidade do impeachment, lançando a palavra de ordem, “ditatura e tortura nunca mais“. Desde então, milhares de pesquisadores, no Brasil e no exterior, assinaram manifestos em defesa da democracia e do seu mandato. Apesar da divisão existente em toda a sociedade, com certeza a maior parte da comunidade dos historiadores e de cientistas sociais preocupados com a história percebe o impeachment em curso como uma tentativa de golpe de estado institucional. Muitos têm se manifestado, incansavelmente, em suas páginas nas redes sociais. Tania Bessone sugeriu que o 17 de abril fique instituído como dia da infâmia e data inicial do golpe. Nesta sexta feira triste, em que a Comissão Especial do Senado ratificou o espetáculo de horrores da câmara, achei, por bem, registrar em carta aberta, alguns argumentos históricos que têm sido publicamente enfatizados, em defesa da democracia .

Em primeiro lugar, há o forte argumento de que já estaríamos vivendo um estado de exceção, em que a cultura do ódio disseminada pelos meios de comunicação ocuparia papel central. A premissa é defendida por alguns cientistas sociais. Segundo opesquisador Laymert Garcia dos Santos:

“Esse tipo de análise foi feito nos anos 20-30, com relação ao modo como foi desestabilizada a República de Weimar, na Alemanha, com a ascensão do nazismo. E foi durante a República de Weimar que a gente viu a implosão das instituições e uma desestabilização que deu, como resultado, o triunfo do enunciado “Viva a morte!” e a “Solução Final” do problema judeu. Uma das características importantes dessa implosão das instituições, nos anos 20-30, na Alemanha, é o modo como os juízes violavam a lei e a Constituição, e é ao que estamos assistindo aqui.”

Sem utilizar o conceito de estado de exceção, também eu, desde 2013, venhopreocupada com a semelhança do que estamos vivendo no Brasil com o processo histórico de desqualificação dos governos formados por políticos abolicionistas e libertos, no Sul dos Estados Unidos, depois da guerra civil que aboliu a escravidão naquele país.

Nos Estados Unidos, o período conhecido como “Reconstrução Radical” (1865-1877) foi pioneiro em reconhecer direitos civis e políticos aos ex-escravos tornados livres com a guerra. No entanto, estes direitos retrocederam, devido à eficácia de um discurso construído a partir da manipulação seletiva de uma série de casos de corrupção, segundo o qual toda a ação política dos libertos e o idealismo dos radicais republicanos seriam uma simples fachada para a ação criminosa de um grupo de aventureiros corruptos, que enganavam ex-escravos desinformados. A predominância dessa narrativa resultou na hegemonia da Ku Klux Klan e em leis de segregação racial que durariam até a segunda metade do século XX.

Absolutamente trágicos como fenômenos sociais, os fantasmas do nazismo e da ku klux klan assombram o cotidiano da política brasileira.

O golpe em curso é também reação a mais de uma década de políticas sociais inclusivas. Neste sentido, são comuns, entre os historiadores, as analogias com o golpe de 1964 e outros ocorridos na América Latina da segunda metade do século 20. Como o historiador Rodrigo Patto Sá Motta, especialista no período, estamos, todos, infelizmente, surpresos de ver o Brasil, de novo, a beira do abismo. Mais que simples comparação, procedimento que em história nunca funciona muito bem, tais analogias oferecem uma base empírica para ajudar a pensar e a tentar entender o que está acontecendo hoje. Reproduzo aqui uma postagem recente em sua página pública no facebook, de Carlos Fico, também especialista no período, como exemplo desse exercício de compreensão. Segundo ele,

O golpe de Estado de 1964 teve etapa militar (com tanques dirigindo-se para o Rio de Janeiro no dia 31 de março), parlamentar (com declaração de vacância do cargo de presidente da República pelo Congresso Nacional na madrugada do dia 2 de abril) e jurídico-legal (com a posse do presidente da Câmara na Presidência da República, às 3h30min da manhã do mesmo dia). Essa posse foi sacramentada pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, Ribeiro da Costa, que foi acordado às pressas e concordou em participar da farsa (porque Goulart ainda estava no Brasil).

A simples enunciação dos fatos do passado ilumina os riscos e atropelos que vivemos no presente.

Por fim, muitos historiadores evocam períodos mais recuados da nossa história e vão buscar a raiz da crise atual na nossa formação colonial e escravocrata, que teria feito, da lógica do privilégio, base da cultura política brasileira. Considero, porém, e o faço na boa companhia de Sidney Chalhoub, professor na Universidade de Harvard e, como eu, historiador do século 19, que o problema de fundo da cultura política brasileira não é a lógica do privilégio em si, mas a sua manutenção envergonhada, sem a sustentação da moral aristocrática, a partir da independência política e da criação do estado nacional brasileiro.

Em texto denominado “homenagem do vício à virtude” procurei abordar o nascimento do problema. Após a independência, muitos lutaram para que a lei que proibia o tráfico de escravos fosse efetivamente implementada, mas ela se tornou alvo de um vigoroso processo de desobediência civil por parte dos grandes senhores de escravos, por fim consolidado no movimento político conhecido como Regresso, que alcançou o poder em 1837. A hipocrisia generalizada como política de estado nascia ali. Um relatório do Foreign Affairs de Londres relata mais de 4000 escravizados desembarcadas entre Copacabana e a Ilha Grande apenas em janeiro de 1838.  Como os corpos escravizados de africanos nas praias do Rio no século 19, a corrupção endêmica está aí aos olhos de todos, mas boa parte da sociedade brasileira insiste em ignorar. Evocando Machado de Assis e o mesmo período, Sidney Chalhoub escreveuum artigo cheio de ironia sobre a base social e a ideologia do golpe em curso, em que uma assembleia de acusados de corrupção, presidida por um réu, decretou a admissibilidade do impedimento de uma presidente eleita por 54 mihões de votos, contra a qual não há acusação. O texto imaginava historiadoras do futuro lendo o artigo da revista alemã Der Spiegel, de título “A Insurreição dos Hipócritas”, sobre a sessão da câmara baixa brasileira de 17 de abril. O rei está nu.

Querida Presidenta, entre os inúmeros historiadores e cientistas sociais que hoje lutam contra o golpe travestido de impeachment, muitos sempre foram críticos e mesmo opositores ao seu governo. Não é o meu caso. Nunca fui filiada a qualquer partido político, mas, hoje, posso dizer que me tornei “dilmista”, e acho que nós, os dilmistas, somos muito mais numerosos do que as pesquisas conseguem detectar. Fui sua eleitora por duas vezes, Presidenta, com entusiasmo, e, apesar das alianças difíceis, que hoje cobram um preço doloroso, não me decepcionei. Além da minha empatia histórica pela solidão dos governantes de esquerda moderada à frente de economias capitalistas em crise, nos últimos meses só tem crescido a minha admiração por sua coragem e apreço às instituições democráticas. Graças à serenidade e firmeza de sua atitude, entre os muitos cenários sombrios que a crise atual nos evoca, há um que pode ser positivo. A opinião pública internacional denuncia o golpe em curso e jovens secundaristas em luta por suas escolas, no Rio e em São Paulo, trazem esperança de renovação ao coração de todos os democratas. Toda a estrutura da velha corrupção endêmica está, pela primeira vez, de um só lado. A luta está no começo. Esta pode ser a crise terminal da cultura da hipocrisia na política brasileira. Se assim for, sua atitude à frente da Presidência da República terá sido essencial. Se assim não for, mesmo que eles consigam mais uma vez golpear a democracia e cassar o meu voto e o de mais 54 milhões de brasileiros, ainda assim, não tenho dúvidas, passarão à história comohipócritas, corruptos e golpistas. 

Com admiração,  Hebe Mattos

Professora Titular de História do Brasil/ Universidade Federal Fluminense

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ANPUH manifesta-se contra a votação do impeachment na Câmara

Repercutindo o manifesto da Associação Nacional dos Historiadores (ANPUH) contra a votação do impeachment na Câmara dos Deputados.

ANPUH BRASIL CONTRA A VOTAÇÃO DO IMPEACHMENT NA CÂMARA DOS DEPUTADOS

A Associação Nacional de História manifesta sua perplexidade diante do processo de votação do impeachment realizado no  último domingo (16 de abril). Para justificar o voto,  a favor ou contra essa medida drástica, alguns parlamentares usaram como argumento o combate à corrupção,  à política de “assistencialismo social”,  ao  “populismo”, a pressão dos eleitores e dos 10 milhões de desempregados. Muitos dedicaram seu voto a seus familiares e defenderam o  respeito à família nuclear  tradicional e patrimonial, neste caso,  desrespeitando normas legislativas que reconhecem outras formas de  união familiar.

A Presidente eleita, democraticamente, está no exercício legal de suas funções e contra ela não paira nenhum processo de uso indevido do dinheiro publico para enriquecimento ilícito, ao contrário do que ocorre com grande parte dos parlamentares que votaram a favor do impeachment, apesar de já terem sido denunciados pela justiça. Não resta dúvida de  que a votação na Câmara dos Deputados teve caráter político e ideológico. Os argumentos de ordem jurídica, pouco mencionados pela grande maioria de deputados que se pronunciaram a  favor dessa medida, serviram para acobertar  as reais motivações do voto.

A campanha a favor do “Golpe” liderada  por adversários políticos, por representantes das “mídias” que,  retomando a tradição golpista, instigaram o ódio da população. A postura dos parlamentares durante a votação do impeachment  e as comemorações pela vitória, deixaram evidente  a permanência de uma cultura política antidemocrática afeita a acordos, manobras e negociações que a “Nova República” não foi capaz de eliminar. O espetáculo de desrespeito à opinião alheia  e as manifestações de intolerância expressas através de uma linguagem autoritária e chula, permitiram que viesse à  tona a outra face da decantada “cordialidade brasileira” –  a da violência – que o mito encobre.

Por fim, nesse quadro de aberrações, a ANPUH  repudia e denuncia a atitude inadmissível do parlamentar Jair Bolsonaro que, em tom celebrativo,  evocou a   memória de Carlos Alberto Brilhante Ustra, Coronel do Exército Brasileiro, ex-chefe do DOI-CODI do II Exército, um dos órgãos encarregados da repressão política no regime militar e responsável por práticas de  tortura e mortes.  Cabe, não só a nós historiadores, mas a  todos os democratas deste país, exigir punição legal contra o Parlamentar que reverenciou a memória de um torturador. Bolsonaro, não só neste ato, mas também  em outras circunstâncias se permite –  em franco desrespeito à ordem democrática vigente no país – incitar o ódio e a intolerância em seus pronunciamentos de natureza racista e homofóbica, crimes pelos quais já foi condenado.

Diante desta e de outras atitudes similares, a ANPUH Nacional lança como bandeira de luta: “Ditadura e tortura NUNCA MAIS!” e condenação penal aos que representam riscos para o Estado Democrático  de Direito.

Atenciosamente,

A diretoria da ANPUH Brasil (Biênio 2015-2017)

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Carta aberta ao presidente da OAB

por Isaac Yarochewsky

Excelentíssimo senhor Claudio Lamachia, Presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, venho neste espaço manifestar o meu inconformismo e de cerca de pelo menos 13 mil advogados que assinaram nota de repúdio contra a decisão do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil em favor do impeachment da Presidenta da República Dilma Rousseff.

Como diz a referida nota e não é despiciendo lembrar:

A história da Ordem dos Advogado do Brasil na maioria das vezes foi marcada pela defesa intransigente da democracia e dos direitos fundamentais.

A Constituição de 1946 é a primeira a mencionar a OAB (as de 1934 e 1937 silenciaram), tornando obrigatória a participação da mesma nos concursos de ingresso à magistratura dos Estados.

No dia 27 de abril de 1963, o Presidente João Goulart aprovou a lei n.º 4.215, que seria o segundo Estatuto daAdvocacia no Brasil.

No tocante à ditadura militar, a luta da OAB –  que incialmente apoiou o golpe de 1964 -possui seu marco histórico no ano de 1972, quando Presidentes dos Conselhos Seccionais se engajaram em luta compromissada em prol dos direitos humanos então violados pelo regime, merecendo destacar-se o papel da Ordem dos Advogados contra as prisões arbitrárias e torturas perpetradas durante o período.

Poucos anos depois, a OAB seria importantíssima como apoio da sociedade civil organizada no projeto político de redemocratização do país (conhecido nacionalmente como “Diretas Já!”).

 Lamentavelmente, vossa excelência e os Conselheiros Federais que votaram favoravelmente ao impeachment desprezaram na decisão tomada os valores fundamentais do Estado Democrático de Direito. Embora vossa excelência negue, a postura tomada se aproxima da que a OAB tomou em 1964 quando apoio o golpe militar.

O fato do instituto do impeachment está previsto na Constituição da República por si só não exclui o caráter golpista daqueles que como a OAB defendem a medida extremada e de exceção. Insatisfação popular, crise política, crise econômica ou qualquer outra justificativa que não a caracterização, sem sombra de qualquer dúvida, da prática de crime de responsabilidade não é motivo suficiente, legal e legítimo para o impeachmentda Presidenta da República.

Para o respeitável professor de direito público da UnB Marcelo Neves,

“a DCR 1/2015, recebida pelo Presidente da Câmara dos Deputados, é inconsistente e frágil, baseando-se em impressões subjetivas e alegações vagas. Os denunciantes e o receptor da denúncia estão orientados não em argumentos jurídicos seguros e sustentáveis, mas sim em avaliações parciais, de caráter partidário ou espírito de facção. Aproveitam-se de circunstanciais dificuldades políticas da Presidente da República em um momento de grave crise econômica, desconhecendo, estrategicamente, o apoio que ela vem dando ao combate à “corrupção” e a sua luta diuturna para conseguir a aprovação de medidas contra a crise econômica no Congresso Nacional. Denunciantes e receptor afastam-se não apenas da ética da responsabilidade, mas também de qualquer ética do juízo, atuando por impulsos da parcialidade, do partidarismo e da ideologia, em prejuízo do povo brasileiro”.

Os nomes Raymundo Faoro, Hermann Assis Baeta, Márcio Thomaz Bastos, José Roberto Batochio, Rubens Aprobato Machado, Cezar Britto entre outros ficaram marcados na galeria dos ex-presidentes da OAB pela defesa intransigente das prerrogativas dos advogados e advogadas, mas sobretudo, pela defesa da democracia e do Estado de Direito.

Tristemente, seu nome ou será esquecido ou será lembrado dentre aqueles que se aliaram as forças conservadores e autoritárias, a mídia reacionária e golpista, aos interesses escusos dos que fazem coro aoimpeachment da Presidenta eleita democraticamente em eleições livres e diretas com cerca de 55 milhões de votos.

Senhor Presidente, esteja certo que a história não lhe absolverá.

Belo Horizonte, 27 de março de 2016.

Leonardo Isaac Yarochewsky

Advogado OAB-MG 47.898


Sem título-1Leonardo Isaac Yarochewsky é Advogado Criminalista, Professor de Direito Penal da PUC Minas, Membro do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária (CNPCP).

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Professores da USP alertam contra estado de exceção

Texto publicado originalmente no portal Brasil 247, em 21 de março de 2016.

:

Um grupo de professores da Universidade de São Paulo (USP) escreveu um manifesto contra as arbitrariedades da Operação Lava Jato, da Polícia Federal. De acordo com o documento, a iniciativa tem o objetivo de “alertar para a potencial construção de um estado de exceção: o uso indiscriminado de instrumentos investigativos, que sugere crescente judicialização da política, sob os auspícios do mote ‘os fins justificam os meios’, favorecendo apenas os setores sociais refratários à consolidação de práticas democráticas no País”.

“Rejeitamos a política econômica vigente no país e as políticas federais e estaduais que aprofundam a privatização do Estado e retiram direitos dos trabalhadores, mas repudiamos também a judicialização da luta política e o recurso a mecanismos de exceção, que só atendem a agendas de grupos de interesse”, diz o texto.

Leia a íntegra:

MANIFESTO EM DEFESA DA DEMOCRACIA

Diante da gravidade da atual situação política a que a sociedade brasileira está sendo submetida, é imperativo alertar para a potencial construção de um estado de exceção: o uso indiscriminado de instrumentos investigativos, que sugere crescente judicialização da política, sob os auspícios do mote “os fins justificam os meios”, favorecendo apenas os setores sociais refratários à consolidação de práticas democráticas no país.

O acompanhamento atento dos atuais acontecimentos nos obriga a não tergiversar na defesa intransigente da democracia, do estado democrático de direito, das organizações sindicais e políticas dos trabalhadores.

Rejeitamos a política econômica vigente no país e as políticas federais e estaduais que aprofundam a privatização do Estado e retiram direitos dos trabalhadores, mas repudiamos também a judicialização da luta política e o recurso a mecanismos de exceção, que só atendem a agendas de grupos de interesse, distantes das necessidades da maioria da população, cuja intolerância e intransigência não raro resultam em tentativas de golpe.

Já estivemos submetidos a situações semelhantes e muito aprendemos com tudo o que nos obrigaram a vivenciar. Não vamos tolerar novas investidas contra a democracia!

São Paulo, 18 de março de 2016

Diretoria da Adusp-S. Sind.

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ATO PÚBLICO: Professores contra o Impeachment e pela democracia

Liberdades Democraticas

Na próxima quarta-feira, dia 16 de dezembro de 2015, às 11:00, haverá na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo um Ato Público organizado pelo Grupo Manifesto “Impeachment, legalidade e democracia” com a presença de vários dos professores universitários que assinaram o manifesto contra o Impeachment da presidenta Dilma Rousseff na última semana.

O Hum Historiador se une aos esforços contra o Impeachment e em defesa da Democracia, divulgando os eventos, manifestos e textos, além de seu autor buscar ativa participação nas manifestações pelo respeito às instituições e contra o golpismo que assola o país.

Seguem as informações divulgadas em evento criado no Facebook:

ATO PÚBLICO:

PROFESSORES CONTRA O IMPEACHMENT E PELA DEMOCRACIA

Com a presença confirmada de, entre outros:

Alfredo Bosi – Letras/USP
André Singer – Ciência Política/USP
Dalmo de Abreu Dallari – Direito/USP
Ermínia Maricato – FAU/USP
Leda Paulani – Economia/USP
Luiz Gonzaga Belluzzo – Economia/Unicamp
Marcos Nobre – Filosofia/Unicamp
Maria Vitória Benevides – Educação/USP
Miguel Nicolelis – Neurobiologia/Universidade Duke (EUA)
Paulo Arantes – Filosofia/USP
Roberto Schwarz – Letras/Unicamp

Local:
Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo
Sala dos Estudantes
Largo São Francisco, 95

Data:
Quarta-feira, dia 16/12, às 11h

O ato será um lançamento público do manifesto dos professores universitários contra o impeachment, que foi divulgado na última quinta-feira com o título “Impeachment, legalidade e democracia” e contou com surpreendente adesão. É também um ato de mobilização para as manifestações marcadas para as 17h no MASP.

O manifesto está disponível aquii: http://www.peticaopublica.com.br/pview.aspx?pi=BR87028

Organização:
Grupo Manifesto “Impeachment, legalidade e democracia”

Maiores Informações:
Página do evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/1720328401532323/

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Professores universitários lançam abaixo assinado contra o golpe

do blog Não Vai Ter Golpe | publicado originalmente em 10.12.2015

AntonioCandido

Professores universitários acabam de lançar abaixo assinado contra o golpe. A lista, encabeçada por Antonio Cândido, da USP, foi lançada com quase 500 adesões.

No texto, os professores reafirmam que “o impeachment, instituto reservado para circunstâncias extremas, é um instrumento criado para proteger a democracia. Por isso, ele não pode jamais ser utilizado para ameaçá-la ou enfraquecê-la, sob pena de incomensurável retrocesso político e institucional”.

Os signatários reconhecem a situação de crise no país, mas acreditam que “a melhor forma de enfrentá-la é com o aprofundamento da democracia e da transparência, com respeito irrestrito à legalidade”.

Afirmando acompanhar “tudo com olhos vigilantes”, eles concluem dizendo esperar que “ao final do processo, a presidente da República possa terminar seu mandato”.

Confira o texto e saiba como assinar

IMPEACHMENT, LEGALIDADE E DEMOCRACIA

Para: Congresso Nacional

Nós, professores universitários abaixo assinados, vimos a público para reafirmar que o impeachment, instituto reservado para circunstâncias extremas, é um instrumento criado para proteger a democracia. Por isso, ele não pode jamais ser utilizado para ameaçá-la ou enfraquecê-la, sob pena de incomensurável retrocesso político e institucional.

Por julgar que o processo de impeachment iniciado na semana passada pelo presidente da Câmara dos Deputados serviria a propósitos ilegítimos, em outras ocasiões muitos de nós nos pronunciamos contrariamente à sua deflagração.

Com ele em curso, defendemos que o processo não pode ser ainda mais maculado por ações ou gestos oportunistas por parte de quaisquer atores políticos envolvidos. Papéis institucionais não podem, nem por um instante, ser confundidos com interesses políticos pessoais, nem com agendas partidárias de ocasião que desprezem o interesse da sociedade como um todo.

O processo de impeachment tampouco pode tramitar sem que o procedimento a ser seguido seja inteiramente conhecido pela sociedade brasileira, passo a passo. Um novo teste para a democracia consistirá, assim, em protegê-lo de lances obscuros ou de manobras duvidosas, cabendo ao Supremo Tribunal Federal aclarar e acompanhar, em respeito à Constituição, todas as etapas e minúcias envolvidas.

É inegável que vivemos uma profunda crise, mas acreditamos que a melhor forma de enfrentá-la é com o aprofundamento da democracia e da transparência, com respeito irrestrito à legalidade. Somente assim poderemos extrair algo de positivo deste episódio. Manobras, chicanas e chantagens ao longo do caminho só agravarão a dramática situação atual.

O que está em jogo agora são a democracia, o Estado de Direito e a República, nada menos. Acompanharemos tudo com olhos vigilantes e esperamos que, ao final do processo, a presidente da República possa terminar seu mandato.

Assinam:

1. Antonio Candido de Mello e Souza – Letras/USP
2. Dalmo de Abreu Dallari – Direito/USP
3. Emilia Viotti da Costa – História/USP
4. Ennio Candotti – Física/UFAM
5. Fábio Konder Comparato – Direito/USP
6. Francisco de Oliveira – Sociologia/USP
7. Luiz Carlos Bresser-Pereira – Economia/FGV
8. Luiz Felipe Alencastro – Economia/FGV
9. Luiz Gonzaga Belluzzo – Economia/UNICAMP
10. Maria da Conceição Tavares – Economia/UFRJ
11. Maria Vitoria Benevides – Educação/USP
12. Marilena Chauí – Filosofia/USP
13. Otávio Velho – Antropologia/Museu Nacional
14. Paul Singer – Economia/USP
15. Paulo Sergio Pinheiro – Ciência Política/USP
16. Roberto Schwarz – Letras/UNICAMP
17. Walnice Nogueira Galvão – Letras/USP
18. Adalberto Cardoso – Sociologia/IESP/UERJ
19. Adalmir Marquetti – Economia/PUC-RS
20. Adrian Gurza Lavalle – Ciência Política/USP
21. Adriano de Freixo – História/UFF
22. Adriano H. R. Biava – FEA/USP
23. Afranio Mendes Catani – PROLAM/USP
24. Alamiro Velludo Salvador Netto – Direito/USP
25. Aldaíza Sposati – PUC-SP
26. Alessandro André Leme – Sociologia/UFF
27. Alessandro Constantino Gamo – Cinema/UFSCAR
28. Alexandre de Freitas Barbosa – IEB/USP
29. Alexandre Jeronimo de Freitas – Economia/UFRJ
30. Alexandre Macchione Saes – Economia/USP
31. Alexandre Werneck – Sociologia/UFRJ
32. Alexandro Dantas Trindade – Sociologia/UFPR
33. Alfredo Alejandro Gugliano – PPGPol/UFRGS
34. Álvaro de Vita – Ciência Política/USP
35. Alvaro Puntoni – FAU/USP
36. Alysson Mascaro – Direito/USP
37. Amélia Cohn – Saúde Pública/USP
38. Ana Castro – FAU/USP
39. Ana Claudia Marques – Antropologia/USP
40. Ana Fernandes – FAU/UFBA
41. Ana Flávia Pires Lucas D’Oliveira – Medicina/USP
42. Ana Jordânia de Oliveira – UFRuralRJ
43. Ana Lúcia Pastore Schritzmeyer – Antropologia/ USP
44. Ana Luiza Nobre – Arquitetura/PUC Rio
45. Ana Maria Nusdeo – Direito/USP
46. Ana Rosa Ribeiro de Mendonça – Economia/UNICAMP
47. André Botelho – Sociologia/UFRJ
48. Andre de Melo Modenesi – Economia/UFRJ
49. André Luís Cabral de Lourenço – Economia/UFRN
50. André Martins Biancarelli – Economia/UNICAMP
51. André Medina Carone – Filosofia/UNIFESP
52. André Nassif – Economia/UFF
53. André Pires – PUC
54. André Ramos Tavares – Direito/USP
55. André Singer – Ciência Política/USP
56. Andréa Freitas – Ciência Política/UNICAMP
57. Andreia Galvão – UNICAMP
58. Andrés Vivas Frontanta – FECAP
59. Angela Alonso – FFLCH/USP
60. Angela Araújo – Ciência Política/UNICAMP.
61. Angela Prysthon – CAC/UFPE
62. Antônio Brasil – Sociologia/UFRJ
63. Antonio Carlos Dias Júnior – Educação/UNICAMP
64. Antonio Carlos Macedo e Silva – Economia/UNICAMP
65. Antonio Corrêa de Lacerda – Economia/PUC-SP
66. Antonio David Cattani – Sociologia/UFRGS
67. Antônio Herculano Lopes – História/Fundação Casa de Rui Barbosa
68. Antônio J. Escobar Brussi – Ciência Política/UNB
69. Antonio José Alves Junior – Economia/UFRuralRJ
70. Antônio José Costa Cardoso – UFSB
71. Antonio Sérgio Alfredo Guimarães – Sociologia/USP
72. Antônio Sérgio Carvalho Rocha – Ciências Sociais/UNIFESP
73. Arílson Favareto – UFABC
74. Ary Cesar Minella – Sociologia/UFSC
75. Armando Boito Jr. – Ciência Política/UNICAMP
76. Bárbara Gomes Lupetti Baptista – Direito/ UFF
77. Beatriz Heredia – Antropologia/UFRJ
78. Bento Antunes de Andrade Maia – Economia/FACAMP
79. Bernardo Medeiros Ferreira da Silva – Ciências Sociais/UERJ
80. Bernardo Ricupero – Ciência Política/USP
81. Betânia Amoroso – IEL/UNICAMP
82. Breno Bingel – Sociologia/IESP/UERJ
83. Brunno Vinicius Gonçalves Vieira – Linguísitca/UNESP
84. Bruno Konder Comparato – Ciências Sociais/Unifesp
85. Bruno Thiago Tomio – Economia/FURB
86. Camila Caldeira Nunes Dias – UFABC
87. Carla Regina Mota Alonso Diéguez – FESPSP
88. Carlos Eduardo Jordão Machado – UNESP
89. Carlos Enrique Ruiz Ferreira – RI/UEPB
90. Carlos Frederico Rocha – Economia/UFRJ
91. Carlos Henrique Aguiar Serra – UFF
92. Carlos R. S. Milani – IESP/UERJ
93. Carmem Feijó – Economia/UFF
94. Carmen Sylvia Vidigal Moraes – Educação/USP
95. Carole Gubernikoff – UNIRIO
96. Carolina Troncoso Baltar – Economia/UNICAMP
97. Caroline Cotta de Mello Freitas – FESPSP
98. Cecilia Fernanda Saraiva de Oliveira – UNIRIO
99. Célia Maria Magalhães – Linguística/UFMG
100. Celso Amorim – Instituto Rio Branco/UnB/USP
101. Celso Pinto de Melo – Física/UFPE
102. Cesar Sabino – Unirio
103. Cezar Augusto Miranda Guedes – UFRuralRJ
104. Charles Pessanha – Ciência Política/UFRJ
105. Christian Lynch – UERJ/ Casa Rui Barbosa
106. Christianne Rochebois – UFSB
107. Christy G. G. Pato – UFFS
108. Cibele Rizek – FFLCH/USP
109. Cicero Araujo – Ciência Política/USP
110. Cilane Alves Cunha – Letras/USP
111. Claudia Amigo Pinto- Letras/USP
112. Conrado Hubner Mendes – Direito/USP
113. Corival Alves do Carmo – UFS
114. Cristian Borges – ECA/USP
115. Cristiane Batista – Unirio
116. Cristiane Kerches da Silva Leite – EACH/USP
117. Cristina Fróes de Borja Reis – Economia/UFABC
118. Cristina Meneguello – História/UNICAMP
119. Cynthia Andersen Sarti – Ciências Sociais/UNIFESP
120. Daniel Tourinho Peres – Filosofia/UFBA
121. Daniela Prates – Economia/UNICAMP
122. Danilo Tavares da Silva – Direito/Mackenzie
123. Débora Alves Maciel – Ciências Sociais/Unifesp
124. Debora Messenberg – Antropologia/UnB
125. Débora Morato Pinto – UFSCar
126. Deisy Ventura – IRI/USP
127. Denilson Luis Werle – Filosofia /UFSC
128. Diana Junkes Bueno Martha – Letras/UFSCAR
129. Diogo R. Coutinho – Direito/USP
130. Edison Ricardo Bertoncelo – Sociologia/USP
131. Edson Ferreira Liberal – Medicina/UNIRIO
132. Eduardo Ferioli Gomes – Matemática/UFF
133. Eduardo Marques – FFLCH/USP
134. Eduardo Natalino – História/USP
135. Eduardo Strachman – Economia/UNESP
136. Elaini C. G. da Silva – Direito/PUC-SP
137. Eliana de Freitas Dutra – UFMG
138. Eliana Povoas Britto – UFSB
139. Elide Rugai Bastos – Sociologia/UNICAMP
140. Elina Pessanha – Sociologia/UFRJ
141. Elizabeth Harkot de La Taille – FFLCH/USP
142. Emília Pietrafesa de Godoi – Antropologia/UNICAMP
143. Erminia Maricato – FAU/USP
144. Ester Gammardella Rizzi – Direito/Cásper Líbero e MACKENZIE
145. Esther Solano – RI/ UNIFESP
146. Euclides Ayres de Castilho – Medicina/USP
147. Eunice Ostrensky – Ciência Política/USP
148. Evergton Sales Souza – História/UFBA
149. Fabiano Abranches Silva Dalto – Economia/UFPR
150. Fabiano Santos – Ciência Política IESP/UERJ
151. Fabio Contel – Geografia/USP
152. Fábio Simas – Matemática/UNIRIO
153. Fabrício Maciel – Ciências Sociais/UFF
154. Fabrício Neves – UnB
155. Fabrício Pereira da Silva – Unirio
156. Fabrício Pitombo Leite – Economia/UFRN
157. Feliciano de Sá Guimarães – IRI/USP
158. Felipe Borba – UNIRIO
159. Felipe Gonçalves Silva – Filosofia/UFRGS
160. Fernanda Areas Peixoto – Antropologia/USP
161. Fernanda Bruno – UFRJ
162. Fernanda Graziella Cardoso – Economia/UFABC
163. Fernando Antonio Lourenço – Sociologia/UNICAMP
164. Fernando Costa Mattos – Filosofia/UFABC
165. Fernando Coutinho Cotanda – Sociologia/UFRGS
166. Fernando Limongi – Ciência Política/USP
167. Fernando Nogueira da Costa – Economia/UNICAMP
168. Fernando Rugitsky – Economia/USP
169. Flávia Biroli – Ciência Política/UnB
170. Flavia Brito – FAU/USP
171. Flavio Azevedo Marques de Saes – Economia/USP
172. Francisco Luiz Lopreato – Economia/UNICAMP
173. Frederico Mazzucchelli – Economia/UNICAMP
174. Gabriel Cohn – Ciência Política/USP
175. Gabriel Feltran – Sociologia/UFSCAR
176. Gabriela Lotta – UFABC
177. Gentil Corazza – UFRGS
178. Geraldo Miniuci – Direito/USP
179. Gilberto Bercovici – Direito/USP
180. Gilberto Hochman – Ciência Política/FIOCRUZ
181. Gilson Schwartz – ECA/USP
182. Giorgio Romano Schutte – RI e Economia/UFABC
183. Glaucia Villas Boas – Sociologia/ UFRJ
184. Glauco Peres da Silva – Ciência Política/USP
185. Guilherme Flynn Paciornik – Gestão Pública /Metodista de São Paulo
186. Guilherme Leite Gonçalves – Direito/UERJ
187. Guilherme Simões Reis – Ciência Política/UNIRIO
188. Guilherme Wisnik – FAU/USP
189. Heleno Taveira Torres – Direito/USP
190. Helga da Cunha Gayhva – Sociologia/ UFRJ
191. Heloisa Meireles Gesteira – História/MAST/PUC-Rio
192. Heloisa Starling – História/UFMG
193. Henrique Pavan Beiro de Souza – Economia/FMU
194. Homero Santiago – Filosofia/USP
195. Horacio Gutierrez – História/USP
196. Iagê Zendron Miola – Direito/São Judas Tadeu
197. Igor Fuser – Relações Internacionais/UFABC
198. Ileno Izídio da Costa – Psicologia/UnB
199. Iram Jácome Rodrigues – Economia/USP
200. Isabel Loureiro – Filosofia/UNESP
201. Isabel Lustosa – Fundação Casa de Rui Barbosa
202. Itania Gomes – Comunicação/UFBA
203. Jaime Fernando Villas da Rocha – Biociências/UNIRIO
204. Jaime Rodrigues – História/UNIFESP
205. Jalcione Almeida – Sociologia/UFRGS
206. Jean Tible – Ciência Política/USP
207. Jean-Paul Veiga da Rocha – Direito/USP
208. Jessé Souza – Ciência Política/UFF
209. Joana Domingues Vargas – Sociologia/UFRJ
210. Joana Luz Guimarães – UFSB
211. Joana Mello de Carvalho e Silva – FAU/ USP
212. João Furtado – Poli/USP
213. João Marcelo Ehlert Maia – Sociologia/CPDOC
214. João Marcos de Almeida Lopes – IAU/USP
215. John Cowart Dawsey – Antropologia/USP
216. Jorge Grespan – História/USP
217. Jorge Luiz Souto Maior – Direito/USP
218. Jorge Mattoso – Economia/UNICAMP
219. José Arbex Júnior – PUC-SP
220. José Augusto Fontoura Costa – Direito/USP
221. José Carlos Braga – UNICAMP
222. José Carlos Vaz – Políticas Públicas/EACH
223. José Dari Krein – UNICAMP
224. José Eduardo de Salles Roselino Júnior – UFSCar
225. José Geraldo Silveira Bueno – PUC-SP
226. José Guilherme C. Magnani – Antropologia/USP
227. José Henrique Artigas de Godoy – Ciências Sociais/UFPB
228. José Henrique Bortoluci – Direito/FGV
229. José Lira – FAU/USP
230. José Maurício Domingues – Sociologia/IESP/UERJ
231. José Paulo Martins Junior – Unirio
232. José Renato de Campos Araújo – EACH/USP
233. José Ricardo de Carvalho Mesquita Ayres – Medicina/USP
234. José Ricardo Ramalho – Sociologia/UFRJ
235. José Rodrigo Rodriguez – Direito/UNISINOS
236. José Sérgio Leite Lopes – Antropologia/Museu Nacional
237. Josianne Cerasoli – História/UNICAMP
238. Juarez Lopes de Carvalho Filho – Sociologia/UFMA
239. Juarez Melgaço Valadares – UFMG
240. Julia de Medeiros Braga – Economia/UFF
241. Julio Casarin Barroso Silva – Ciências Sociais/ Unifesp
242. Júlio César Vellozo – Direito/Mackenzie
243. Karl Monsma – Sociologia/UFRGS
244. Kátia Gerab Baggio – História/UFMG
245. Klarissa Silva – Direito/UFF
246. Laura Carvalho – Economia/USP
247. Laura Mello e Souza – História/USP
248. Laura Moutinho – Antropologia/USP
249. Laurindo Dias Minhoto – Sociologia/USP
250. Laymert Garcia dos Santos – Sociologia/UNICAMP
251. Leandro di Bartolo – Observatório Nacional
252. Leda Paulani – Economia/USP
253. Lena Lavinas – Economia/UFRJ
254. Lenina Pomeranz – Economia/USP
255. Leonardo Avritzer – Ciência Política/UFMG
256. Leonilde Servolo de Medeiros – CPDA/UFRuralRJ
257. Leopoldo Waizbort – Socilogia/USP
258. Liana Carleial – IPARDES
259. Liana de Paula – Ciências Sociais/UNIFESP
260. Lidiane S. Rodrigues – UFSCar
261. Lígia Bahia – UFRJ
262. Ligia Chiappini – Letras/USP
263. Ligia Dabul – Sociologia/UFF
264. Lígia Fabris Campos – Direito/ FGV-RJ
265. Lilia Blima Schraiber – Medicina/USP
266. Lincoln Secco – História/USP
267. Lorelai Brilhante Kury – História/Fiocruz e UERJ
268. Luciana de Oliveira Royer – FAU/USP
269. Luciana Nicolau Ferrara – Planejamento Territorial/UFABC
270. Luciana Royer – FAU/USP
271. Luciane Patrício – Direito/UFF
272. Luciano Fedozzi – Sociologia / UFRGS
273. Lucio Gregori – Poli/USP
274. Luís Juracy Rangel Lemos – UFT
275. Luís César Oliva – Filosofia/USP
276. Luis Claudio Krajevski – Economia/UFFS
277. Luis Felipe Miguel – Ciência Política/UnB
278. Luís Fernando Massonetto – Direito/USP
279. Luis Roberto de Paula – UFABC
280. Luiz Antonio Domakosky – Economia/UFPR
281. Luiz Antônio Silva Araujo –UFSB
282. Luiz Bernardo Pericás – História/USP
283. Luiz Carlos Jackson – Sociologia/USP
284. Luiz Carlos Vilalta – História/UFMG
285. Luiz Fernando de Paula – Economia/UERJ
286. Luiz Recaman FAU/USP
287. Luiz Repa – Filosofia/USP
288. Luziene Dantas de Macedo – Economia/UFRN
289. Magda Lucio – Gestão Publica – UnB
290. Malvina Tania Tuttman – Educação/UNIRIO
291. Manuel Ramon Souza Luz – Economia/UFABC
292. Manuela Lavinas Picq – San Francisco de Quito.
293. Marcelo Arend – Economia e RI/UFSC
294. Marcelo Kunrath Silva – Sociologia/UFRGS
295. Marcelo Ridenti – Sociologia/UNICAMP
296. Marcelo Sampaio Carneiro – Sociologia/UFMA
297. Marcelo Weishaupt Proni – Economia/Unicamp.
298. Marcia Cristina Consolim – Ciências Sociais/UNIFESP
299. Márcia Maria dos Santos de Moraes – UFSB
300. Marcia Ribeiro Dias – UNIRIO
301. Marcia Tosta Dias – Ciências Sociais/UNIFESP
302. Márcio Bobik – FEA-RP/USP
303. Marcio Florentino – UFSB
304. Marco Aurélio Santana – IFCS/UFRJ
305. Marcos Barbosa de Oliveira – Educação/USP
306. Marcos Eugênio da Silva – Economia/USP
307. Marcos Jayme Novelli – UFSCar
308. Marcos Nobre – Filosofia/UNICAMP
309. Marcus Vinícius Peinado Gomes – EAESP/FGV
310. Margareth Rago – IFCH/UNICAMP
311. Maria Emília Xavier Guimarães Lopes – Física/UFF
312. Maria Aparecida Azevedo Abreu – IPPUR/UFRJ
313. Maria Aparecida Leite Soares – UNIFESP
314. Maria Aparecida Mello – Pedagogia/UFSCar
315. Maria Caramez Carlotto – RI/UFABC.
316. Maria Chaves Jardim – Sociologia/UNESP
317. Maria Cristina da Silva Leme – FAU/USP
318. Maria de Fátima Alves da Silva – Física/UERJ
319. Maria Helena Oliva Augusto – Sociologia/USP
320. Maria de Lourdes Ortiz Gandini Baldan – UNESP
321. Maria de Lourdes Rollember Mollo – UnB
322. Maria de Lourdes Zuquim – FAU/USP
323. Maria do Carmo Ferreira – UNIRIO
324. Maria Eloisa Martin – Sociologia/PUC-RJ
325. Maria Fernanda Fernandes Lombardi – Ciências Sociais/UNIFESP
326. Maria Helena Rodriguez – PUC/RJ
327. Maria Lucia Refinetti Martins – FAU/USP
328. Maria Paula Dallari Bucci – Direito/USP
329. Maria Ribeiro do Valle – Sociologia/UNESP
330. Maria Rita Loureiro – FGV-SP
331. Maria Rosilene Alvim – Antropologia/UFRJ
332. Maria Stella Bresciani – História/UNICAMP
333. Maria Tereza Serrano Barbosa – UNIRIO
334. Mariana Fix – UNICAMP
335. Marilde Loiola de Menezes – Ciência Política/UnB
336. Marina Cordeiro – Sociologia/UFRuralRJ
337. Marina Mello e Souza – História/USP
338. Mário Augusto Medeiros da Silva – Sociologia/UNICAMP
339. Mario Schapiro – Direito/FGV-SP
340. Mário Duayer – UFF
341. Marisa Midori Deaecto – ECA/USP
342. Maristela de Paula Andrade – Sociologia/UFMA
343. Marta Amoroso – Antropologia/USP
344. Marta Arretche – Ciência Política/USP
345. Marta Rodriguez de Assis Machado – Direito/FGV
346. Mary Garcia Castro – UCSAL
347. Mauro Almeida – Antropologia/UNICAMP
348. Mauro Koury – Antropologia/UFPB
349. Mauro Zilbovicius – Poli/USP
350. Michel Misse – Sociologia/UFRJ
351. Michelle Ratton Sanchez Badin – Direito/FGV-SP
352. Milton Braga – FAU/USP
353. Milton Martins – Medicina/USP
354. Moacir Palmeira – Antropologia/Museu Nacional
355. Moisés Goldbaum – Medicina/USP
356. Monica Arroio – Geografia/USP
357. Monica Herz – Relações Internacionais/PUC-RJ
358. Muryatan Santana Barbosa – RI/UFABC
359. Nabil Bonduki – FAU/USP
360. Nadya Araújo Guimarães – Sociologia/USP
361. Natacha Rena – Arquitetura/UFMG
362. Neide Esterci – Antropologia/UFRJ
363. Neusa Serra – UFABC
364. Newton de Menezes Albuquerque – Direito/UFC
365. Niemeyer de Almeida Filho – Economia/UFU
366. Nilce Aravecchia – FAU/USP
367. Nísia Trindade Lima – Sociologia/FIOCRUZ
368. Norma Lacerda – MDU/UFPE
369. Nuno de Azevedo Fonseca – FAU/USP
370. Otilia Beatriz Fiori Arantes – FFLCH/USP
371. Patrícia Junqueira – EACH/USP
372. Patricia Rodrigues Samora – Arquitetura e Urbanismo/PUC-Campinas
373. Patricio Tierno – Ciência Política/USP
374. Paula Marcelino – Sociologia/USP
375. Paulo A. Maia Neto – Física/ UFRJ
376. Paulo Feldman – FEA/USP
377. Paulo Fontes – História/CPDOC-FGV
378. Paulo Gustavo Correa Pelegrini – UNIFAP
379. Paulo José dos Reis Pereira – RI/PUC-SP
380. Paulo Nakatani – UFES
381. Pedro Cesar Dutra Fonseca – UFRGS
382. Pedro Chadarevian – UNIFESP
383. Pedro Garcia Duarte – Economia/USP
384. Pedro Luis Dias Peres – Engenharia/UNICAMP
385. Pedro Meira Monteiro – Espanhol e Português/Princeton University
386. Pedro Paulo Zahluth Bastos – Economia/UNICAMP
387. Peter Pal Pelbart – Psicologia Clínica/PUC-SP
388. Priscila Figueiredo – Letras/USP
389. Rafael Evangelista – Jornalismo/UNICAMP
390. Rafael Villa – Ciência Política/USP
391. Ramón G. V. Fernández – Economia/UFABC
392. Raphael Jonathas da Costa Lima – Sociologia/UFF
393. Raquel Imanishi – Filosofia/UNB
394. Raquel Weiss – Sociologia/UFRGS
395. Rebecca Abers – Ciência Política/UnB
396. Reginaldo Nasser – RI/PUC-SP
397. Rejane Cristina Rocha – UFSCar
398. Renato Anelli – IAU/USP
399. Renato Cymbalista – FAU/USP
400. Renato da Silva Queiroz – FFLCH/USP
401. Renato Glauco de Souza Rodrigues – UFSB
402. Renato Sztutman – FFLCH/USP
403. Ricardo de Araújo Kalid – UFSB
404. Ricardo Musse – Sociologia/USP
405. Ricardo Rodrigues Teixeira – Medicina/USP
406. Ricardo Terra – Filosofia/USP
407. Rita Paiva – Filosofia/UNIFESP
408. Rocío Elizabeth Chávez Alvarez/UFSB
409. Rodnei Nescimento – Filosofia/UNIFESP
410. Rodrigo Alves Teixeira – Economia/PUC-SP
411. Rodrigo Cazes Costa – Produção Cultural/UFF
412. Rodrigo Sales Pereira dos Santos – Sociologia/UFRJ
413. Rogério Arantes – Ciência Política/USP
414. Rogério Schlegel – Ciências Sociais/UNIFESP
415. Ronaldo Campos e Silva – Direito/IBMEC e UFF
416. Rosa Gabriella de Castro Gonçalves – UFBA
417. Rosa Maria Marques – PUC-SP
418. Rosana Curzel – UFRuralRJ
419. Rosângela Ballini – Economia/UNICAMP
420. Rosemary Segurado – PUC-SP e FESPSP
421. Rossana Rocha Reis – Ciência Política/USP
422. Rubem Leão Rego – Sociologia/Unicamp
423. Rubens Alves da Silva – Ciência da Informação/UFMG
424. Rudinei Toneto Júnior – FEA-RP/USP
425. Rúrion Melo – Ciência Política/USP
426. Ruy Braga – Sociologia/USP
427. Sabine Gorovitz – UnB
428. Sabrina Parracho – Sociologia/UFRuralRJ
429. Salete de Almeida Cara – FFLCH/USP
430. Samuel de Jesus – Artes/UFGO
431. Samuel Rodrigues Barbosa – Direito/USP
432. Sarah Feldman – IAU/USP
433. Sávio Cavalcante – Sociologia/UNICAMP
434. Sávio Cavalcanti – UNICAMP
435. Sebastião Velasco e Cruz – Ciência Política/UNICAMP
436. Sérgio Amadeu da Silveira – UFABC
437. Sérgio Costa – Universidade Livre de Berlim
438. Sergio Rezende – Física/UFPE
439. Sérgio Salomão Shecaira – Direito/USP
440. Sérgio Schneider – Sociologia/UFRGS
441. Silvana Rubino – História/UNICAMP
442. Silvia Lorenz Martins – UFRJ
443. Simone Kropf – História/Fiocruz
444. Simone Meucci – Sociologia/UFPR
445. Sônia Salzstein – ECA/USP
446. Stella Senra – Comunicação/PUC-SP
447. Steven Dutt Ross – UNIRIO
448. Sueli Gandolfi Dallari – Direito/USP
449. Suely Rolnik – Psicologia Clínica/PUC-SP
450. Suhayla Khalil – FESPSP
451. Syd Lourenço – FFP/ PPGHS/UERJ
452. Sylvia Caiuby Novaes – Antropologia/USP
453. Sylvia Helena Telarolli de Almeida Leite – UNESP
454. Tânia Bessone da Cruz Ferreira – UERJ
455. Tatiana Berringer – UFABC
456. Tatiana Savoia Landini – Ciências Sociais/UNIFESP
457. Thiago Ferreira – Comunicação/UFBA
458. Tiago Mesquita – Escola da Cidade
459. Tomás Rotta – University of Greenwich
460. Túlio Batista Franco – Saúde Coletiva/UFF
461. Ursula Peres – Políticas Públicas/USP
462. Valdemir Pires – Administração Pública/UNESP
463. Valéria de Marco – Letras/USP
464. Valter Pomar – Relações Internacionais/UFABC
465. Vanessa Petrelli Correia – Economia/UFU
466. Vera da Silva Telles – Sociologia/USP
467. Vera Alves Cepêda – Ciência Política/UFSCar
468. Vera Pallamin – FAU/USP
469. Victor Giraldo – Matemática/UFRJ
470. Vivian Paes – Sociologia/UFF
471. Wagner de Melo Romão – Ciência Política/UNICAMP
472. Wagner Pralon Mancuso – EACH/USP
473. Waldir Quadros – Economia/UNICAMP
474. Walquiria Leão Rego – Ciência Política/UNICAMP
475. Wellington Cyro de Almeida Leite – UNESP
476. William Nozaki – FESPSP
477. Wilma Peres Costa – História/UNIFESP
478. Wilson Reis de Souza Neto – Matemática/PUC-RJ
479. Wilson Vieira – Economia/UFRJ
480. Yara Frateschi – Filosofia/UNICAMP

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Professores da FFLCH-USP lançam manifesto em defesa da democracia

É preciso propor alternativas para combater os efeitos da crise mundial e não alimentar a instabilidade política por meio de ameaças ao voto popular.
USP Imagens

Editoriais e manifestações de políticos de oposição procuram ampliar o escopo de um golpe na Democracia brasileira. É preciso estar alerta e pronto a evitar ameaças à vontade popular, expressa nas últimas eleições presidenciais. O caos que uma ação dessa ordem traria pode afetar radicalmente os rumos do país. Por isso, é uma irresponsabilidade social e política inflar um movimento que pode causar profundas rupturas na sociedade brasileira, com consequências econômicas, sociais, culturais e políticas que podem ser desastrosas.

 Nos últimos anos, partidos progressistas foram eleitos em vários países da América Latina. Ainda que muitos deles propusessem uma pauta moderada frente ao quadro de desigualdade social presente no mundo atual, conseguiram aplicar reformas que as diminuíram. Além disso, implantaram programas sociais que aumentaram a capacidade de emitir opinião de camadas sociais que não tinham como aferir sua situação no mundo diante da condição de miséria, desinformação e fome que viviam.

 De modo articulado, assistiu-se um roteiro que seguiu os dirigentes progressistas de países da América do Sul, com agressões duras contra a Democracia. Governos eleitos na Venezuela, no Equador, na Bolívia, na Argentina e no Paraguai enfrentaram momentos difíceis que resultaram em países polarizados.

 Esse modo de operar chegou ao Brasil, mas com uma agravante: um ódio descabido ao partido que aplicou as mudanças sociais no país. Como a história só se repete como farsa e como a política possui especificidades nacionais, causa muita preocupação o acirramento de tensões que, de algum modo, estavam acomodadas. No caso brasileiro, a irracionalidade trazida pelo ódio já tem resultado em agressões verbais e até físicas de cidadãos que simplesmente ostentam roupas de cor vermelha em situações as mais inusitadas. Isso não pode continuar.

 É preciso aprimorar o uso do potencial energético, dos recursos naturais e da capacidade produtiva no campo e nas cidades brasileiras para melhorar a vida da população por meio da criação de novas relações sociais e com o ambiente. O Brasil possui enormes vantagens nessa corrida tecnológica dada suas condições naturais, que garantem reservas de biodiversidade, petróleo, água, solo, sol e vento. Esses atributos devem ser usados de modo inteligente para alçar o país a um novo patamar de produção e distribuição de riqueza em vez de manter-se como simples provedor de produtos primários.

 É preciso reafirmar que quaisquer tentativas de retirar a Presidente Dilma Rousseff, eleita democraticamente, antes do fim de seu mandato, pode levar o país a uma situação insustentável do ponto de vista social e político. O Brasil não precisa disso, muito menos seu povo, que enfrenta as duras consequências de uma crise econômica e financeira que afeta o mundo hodierno.

 O momento exige responsabilidade e discernimento para propor alternativas sérias de combater os efeitos da crise mundial e não alimentar a instabilidade política por meio de ameaças ao voto popular.

1) Wagner Costa Ribeiro – Professor – Departamento de Geografia – USP
2) Flavio Aguiar – Professor – USP
3) Adrián Pablo Fanjul – Professor – Departamento de Letras Modernas – USP
4) Marcello Modesto – Professor – Departamento de Linguística – USP
5) Ligia Chiappini Moraes Leite – Professora – USP
6) Fabio Cesar Alves- Professor – DLCV – USP
7) Gloria Alves – Professora – Departamento de Geografia – USP
8) Rita Chaves – Professora – DLCV/FFLCH – USP
9) Marcos Silva – Professor – Departamento de História – USP
10) Luis Roncari – Professor – DLCV – USP
11) Ricardo Musse – Professor – DS – USP
12) Olga Ferreira Coelho Sansone – Departamento de Linguística – USP
13) Homero Santiago – Departamento de Filosofia – USP
14) Ieda Maria Alves – DLCV – USP
15) Tercio Redondo – DLM – USP
16) João Adolfo Hansen – DLCV- FFLCH- USP
17) Luís César Oliva – Professor USP
18) Neide Maia González – FFLCH – USP
19) Heloísa Pezza Cintrão DLM/FFLCH/USP
20) Kabengele Munanga Dpto.Antropologia – USP
21) Beatriz Raposo de Medeiros – FFLCH – USP
22) Cilaine Alves Cunha – Literatura Brasileira – FFLCH – USP
23) Renato da Silva Queiroz – FFLCH-USP
24) Rosangela Sarteschi – DLCV – USP
25) Sheila Vieira de Camargo Grillo – DLCV – USP
26) Marta Inez Medeiros Marques – DG – USP
27) Sylvia Bassetto – DH – USP
28) Beatriz Daruj Gil – DLCV – USP
29) Gustavo Venturi – DS – USP
30) Paula Marcelino – professora – Departamento de Sociologia – USP
31) María Zulma M. Kulikowski – DLM – USP
32) Elisabetta Santoro – DLM – USP
33) Vima Lia de Rossi Martin – DLCV – USP
34) Pablo Schwartz – DLCV – USP
35) Fabio Contel – DG – USP
36) Léa Francesconi, professora, DG-FFLCH-USP
37) Valeria De Marco – DLM/FFLCH-USP
38) Adma Muhana – FFLCH-DLCV-USP
39) José Pereira de Queiroz Neto – DG – USP
40) Manoel Luiz Gonçalves Corrêa – DLCV – FFLCH – USP
41) Waldir Beividas – DL- USP
42) Rita de Cássia Ariza da Cruz – Departamento de Geografia – FFLCH/USP
43) Ivan Marques – DLCV / FFLCH – USP
44) Mónica Arroyo – DG – USP
45) Homero Freitas de Andrade – DLO – FFLCH – USP
46) Maria Helena Pereira Toledo Machado – FFLCH – USP
47) André Martin – DG – USP
48) Iris Kantor – DH – USP
49) Fernanda Padovesi Fonseca – DG – USP

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