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ANPUH-SP emite nota de repúdio a declarações do ministro da educação e do presidente da República

O Hum Historiador repercute a nota de repúdio divulgada ontem (26) pela página da ANPUH-SP nas redes sociais.

NOTA DE REPÚDIO A DECLARAÇÕES DO MINISTRO DA EDUCAÇÃO E DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA SOBRE AS FACULDADES DE HUMANIDADES, NOMEADAMENTE FILOSOFIA E SOCIOLOGIA

A Associação Nacional de Pós-graduação em Filosofia (ANPOF) e associações abaixo mencionadas repudiam veementemente as falas recentes do atual presidente da república e de seu ministro da educação sobre o ensino e a pesquisa na área de humanidades, especificamente em filosofia e sociologia.

As declarações do ministro e do presidente revelam ignorância sobre os estudos na área, sobre sua relevância, seus custos, seu público e ainda sobre a natureza da universidade. Esta ignorância, relevável no público em geral, é inadmissível em pessoas que ocupam por um tempo determinado funções públicas tão importantes para a formação escolar e universitária, para a pesquisa acadêmica em geral e para o futuro de nosso país.

O ministro Abraham Weintraub afirmou que retirará recursos das faculdades de Filosofia e de Sociologia, que seriam cursos “para pessoas já muito ricas, de elite”, para investir “em faculdades que geram retorno de fato: enfermagem, veterinária, engenharia e medicina”. O ministro apoia sua declaração na informação de que o Japão estaria fazendo um movimento desta natureza.

De fato, em junho de 2015 o Ministério da Educação, Cultura, Esportes, Ciência e Tecnologia do Japão enviou carta às universidades japonesas recomendando que fossem priorizadas áreas estratégicas e que fossem cortados investimentos nas áreas de humanidades e ciências sociais.

Após forte reação das principais universidades do país, incluindo as de Tóquio e de Kyoto (as únicas do país entre as cem melhores do mundo), e também da Keidanren (a Federação das Indústrias do Japão) – que defendeu que “estudantes universitários devem adquirir um entendimento especializado no seu campo de conhecimento e, de forma igualmente importante, cultivar um entendimento da diversidade social e cultural através de aprendizados e experiências de diferentes tipos” – o governo recuou e afirmou que foi mal interpretado.

A proposta foi inteiramente abandonada quando o ministro da educação teve de renunciar ao cargo, ainda em 2015, por suspeita de corrupção. Da forma como o ministro Abraham Weintraub apresenta o caso trata-se, portanto, de uma notícia falsa.

O ministro foi seguido pelo presidente, que mencionou que o governo “descentralizará investimentos em faculdades de filosofia”, sem especificar o que isto significaria, mas deixando claro que se trata de abandonar o suporte público a cursos da área de humanidades, nomeadamente os de Filosofia e de Sociologia. O presidente indica que investimentos nestes cursos são um desrespeito ao dinheiro do contribuinte e, ao contrário do que pensa a Federação das Indústrias do Japão, afirma que a função da formação é ensinar a ler, escrever, fazer conta e aprender um ofício que gere renda.

O ministro e o presidente ignoram a natureza dos conhecimentos da área de humanidades e exibem uma visão tacanha de formação ao supor que enfermeiros, médicos veterinários, engenheiros e médicos não tenham de aprender sobre seu próprio contexto social nem sobre ética, por exemplo, para tomar decisões adequadas e moralmente justificadas em seu campo de atuação. Ignoram que os estudantes das universidades públicas, e principalmente na área de humanidades, são predominantemente provenientes das camadas de mais baixa renda da população. Ignoram, por fim, a autonomia universitária, garantida constitucionalmente, quando sugerem o fechamento arbitrário de cursos de graduação.

Uma das maiores contribuições dos cursos de humanidades é justamente o combate sistemático a visões tacanhas da realidade, provocando para a reflexão e para a pluralidade de perspectivas, indispensáveis ao desenvolvimento cultural e social e à construção de sociedades mais justas e criativas.

Seguiremos combatendo diuturnamente os ataques à universidade pública e aos cursos de humanidades movidos pelo ressentimento, pela ignorância e pelo obscurantismo, também porque julgamos que esta é uma contribuição maiúscula da área de humanidades para o melhoramento da sociedade à nossa volta.

Associação Brasileira de Ensino de Ciências Sociais (ABECS)
Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Geografia (ANPEGE)
Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Planejamento Urbano e Regional (ANPUR)
Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual (SOCINE)
Sociedade Brasileira de História da Educação (SBHE)
Sociedade Brasileira de História da Ciência (SBHC)
Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (ANPEd)
Associação Brasileira de Estudos Sociais das Ciências e das Tecnologias (ESOCITE)
União Latina de Economia Política da Informação, da Comunicação e da Cultura (Ulepicc-Brasil)
Associação Nacional de História (ANPUH)
Centro de Investigaciones Filosóficas (CIF/Argentina)
Sociedade Brasileira de Psicologia (SBP)
Fórum Nacional de Diretores de Faculdades, Centros de Educação ou Equivalentes das Universidades Públicas Brasileiras (FORUMDIR)
ODARA – Grupo Interdisciplinar de Pesquisa em Cultura, Identidade e Diversidade
Associação Brasileira de Antropologia (ABA)
Centro Brasileiro de Estudos de Saúde – Cebes
Associação Brasileira de Pesquisa em Educação em Ciências (ABRAPEC)
Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJOR)
Associação Brasileira de História das Religiões (ABHR)
Asociación Costarricense de Filosofía (Acofi)
Associação Brasileira de Psicologia Política (ABPP)
Sociedade Brasileira de Ensino de Química (SBEnQ)
Associação Nacional pela Formação dos Profissionais da Educação (Anfope)
Associação dos Professores da UDESC (Aprudesc – ANDES-SN)
Fórum Nacional dos Coordenadores Institucionais do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (FORPIBID)
Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Música (ANPPOM)
Associação Brasileira de Estudos Populacionais (ABEP)

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Vélez Rodriguez e a faxina ideológica

por Milena Natividade

Faxina Ideologica

Chamada da Revista Veja para a entrevista concedida pelo atual Ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodriguez, a Gabriel Castro e Maria Clara Vieira. Foto: Cristiano Mariz.

Ler criticamente a entrevista que o atual Ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodriguez, cedeu à revista Veja é tão importante quanto analisar a fotografia que abre a matéria.

Vemos em primeiro plano a imagem, levemente embaçada, de uma pilha de livros. A identificação das obras exige alguma familiaridade com a historiografia: encontra-se empilhada a coleção de livros da UNESCO. A imagem desfocada é uma referencia sutil à coleção de História Geral da África, projeto que levou mais de 30 anos para ser construído e que busca tornar acessível ao público a longa, diversificada e complexa história do continente africano. A edição em português foi lançada durante o mandato de Fernando Haddad como ministro da Educação. Curiosamente, a lombada desses livros está voltada para nós, observadores, e não para Rodriguez, que se encontra em segundo plano na fotografia.

Além dele, em segundo plano também vemos outra pilha de livros. A composição dessa pilha, sobre a qual o ministro se apoia (se sustenta, se fundamenta), lembra uma pirâmide invertida. Sabemos que construções assentadas em bases instáveis não se mantém de pé por muito tempo, são fáceis de derrubar, desconstruir. Os livros dessa pilha não são exibidos para nós, observadores. As referências sobre as quais o atual ministro da Educação (literalmente) se apoia não são exibidas nem citadas.

Após a leitura da entrevista, fica evidente como nesse caso imagem e texto estabelecem uma relação de complementaridade de significados. Destaco dois dos vários excertos que confirmam a falta de embasamento sólido dos argumentos de Vélez Rodriguez.

Sobre a Universidade não ser para todos:

“Em nenhum país a universidade chega para todos, ela representa uma elite intelectual, para a qual nem todo mundo está preparado ou para a qual nem todo mundo tem disposição ou capacidade. Universidade não é elite econômica nem elite sociológica”.

Como se acesso à universidade, sobretudo pública e gratuita, fosse democrático e estivesse no horizonte de possibilidade para todos os grupos sociais. Os filtros que selecionam quem vai pertencer a tal “elite intelectual” não é só o vestibular, mas também são os de raça, classe, gênero.

Já sobre o fim das cotas, diz o ministro:

“As cotas são uma solução emergencial e, como tudo no Brasil, o provisório vira definitivo […] Quatro anos é pouco tempo. Mas tenho certeza de que, se fizermos o dever de casa, meu sucessor conseguirá iniciar esse processo”.

Se realmente as cotas são políticas de inclusão com prazo de validade, é falta, no mínimo, de bom senso dizer que não serão mais necessárias em quatro anos. A USP, por exemplo, só foi adotar o sistema de cotas raciais (na graduação) em 2017. Apesar de já surtir algum efeito, a quantidade de alunos ainda é majoritariamente branca.

Ao final da entrevista, gostaria que o fotógrafo Cristiano Mariz (brilhante, por sinal) pudesse ter dado a Coleção de presente para o ministro. Mais importante do que posar com livros é ler os mesmos.


Milena Natividade é bacharela e licenciada em História pela Universidade de São Paulo.

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MEC: Capes garante 90% da verba para pós-graduaçao em 2015

publicado originalmente no Geledés e no Brasil 247 | 12 de julho de 2015

O Ministério da Educação anunciou, na noite deste sábado (11), que a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) garante que 90% da verba prevista para os programas de pós-graduação em 2015, o equivalente a R$ 1,65 bilhão, será mantida; o MEC diz ainda que nenhuma bolsa de estudo será interrompida; comunicado foi divulgado depois de universidades federais terem afirmado que o corte foi de 75%; em seu perfil no Facebook, o ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, afirmou que a Capes vai manter o pagamento de 100% das bolsas para estudantes de mestrado e doutorado e que, apesar de a situação não ser ideal, não se justifica pânico ou alarme

Do Brasil247

O Ministério da Educação anunciou, na noite deste sábado (11), que a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) garante que 90% da verba prevista para os programas de pós-graduação em 2015, o equivalente a R$ 1,65 bilhão, será mantida. Em nota, o MEC diz ainda que nenhuma bolsa de estudo será interrompida.

O comunicado foi divulgado depois que universidades federais terem criticado o anúncio da Capes de redução dos repasses previstos para as instituições. Em seu site, a Universidade Federal da Bahia (UFBA) afirmou ter sido informada que o valor esperado para seus programas de pós-graduação seria de R$ 4,2 milhões, mas que recebeu da Capes a notícia de que o valor foi reduzido para R$ 1 milhão, uma redução de cerca de 75%.

Na Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), um comunicado afirma que o Conselho Universitário da instituição (Consuni) aprovou uma moção em defesa aos programas de pós-graduação, onde afirma que o corte de verbas é “inaceitável”.

“O anúncio de cortes de 75% dos mencionados programas coloca em risco o trabalho de muitas gerações que se dedicaram à organização da pós-graduação e afeta de modo irreparável cada um dos programas de pós-graduação da UFRJ e das demais universidades públicas. O inaceitável corte torna-se mais grave quando inserido no quadro mais geral de cortes orçamentários das Federais e dos contingenciamentos de exercícios anteriores”, disse o Consuni.

Em seu perfil pessoal no Facebook, o ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, afirmou que a Capes vai manter o pagamento de 100% das bolsas para estudantes de mestrado e doutorado e que, apesar de a situação não ser ideal, não se justifica pânico ou alarme. “Os programas continuarão a poder atender novos alunos e a dar-lhes bolsas. Onde está ocorrendo uma redução é no custeio”, afirmou ele, lembrando que, além do repasse da Capes, cada universidade tem seu próprio orçamento.

Ele lembrou que a Capes mantém 90% dos recursos previstos e que podem haver acréscimos “quando a economia melhorar”. “E isso, num momento de dificuldades na economia e na arrecadação. Se a situação não é ideal, nem por isso se justifica pânico ou alarme”, disse Janine.

Leia a íntegra da nota do MEC:

“A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) assegura o repasse de 1,65 bilhões de reais para os seus programas de pós-graduação (Proex, Prosup, Reuni e Proap). O montante é equivalente a 90% do valor previsto para 2015. O Ministério da Educação e a Capes enfatizam o compromisso com a pós-graduação e a pesquisa científica. Ressaltamos ainda que nenhuma bolsa de estudo será interrompida.”

Leia a matéria completa em: MEC: Capes garante 90% da verba para pós-graduação em 2015 – Geledés http://www.geledes.org.br/mec-capes-garante-90-da-verba-para-pos-graduacao-em-2015/#ixzz3fiGdSjiA
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MEC divulga lista com cursos reprovados que deverão ser punidos. PUC e Mackenzie estão na lista.

mackenzie-300x300O UOL Educação acaba de publicar lista divulgada pelo MEC com 38 cursos superiores com notas insatisfatórias. Segundo a matéria, os cursos que receberam notas 2 no Conceito Preliminar do Curso de 2011, serão punidos com a suspensão de sua autonomia e serão impedidos de criar novas vagas, por exemplo. A lista de cursos que estavam em análise complementa o anúncio feito pelo MEC (Ministério da Educação) em 2012 que apontava 207 cursos superiores reprovados.

PUCSPEntre as instituições de ensino superior que serão atingidas, estão Universidades Federais como o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Fluminense, além de universidades privadas tradicionais como a PUC-SP, PUC-Campinas e o Mackenzie.

Na PUC-SP, cursos de Geografia e História estão entre os reprovados e que deverão ser suspensos pelo MEC, já no Mackenzie, o curso mau avaliado foi o de Arquitetura e Urbanismo.

 

Veja a lista completa abaixo, junto com parte da matéria publicada no UOL Educação:

A CELSO SUCKOW DA FONSECA) ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO (92879)
CEFET/RJ (CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA CELSO SUCKOW DA FONSECA) ENGENHARIA ELÉTRICA (29496)
CEFET/RJ (CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA CELSO SUCKOW DA FONSECA) ENGENHARIA ELETRÔNICA (33021)
CEFET/RJ (CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA CELSO SUCKOW DA FONSECA) ENGENHARIA MECÂNICA (14590)
FESSC (CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO DE SÁ DE SANTA CATARINA) REDES DE COMPUTADORES (72057)
UNINASSAU (CENTRO UNIVERSITÁRIO MAURÍCIO DE NASSAU) ARQUITETURA E URBANISMO (94766)
UNIANCHIETA (CENTRO UNIVERSITÁRIO PADRE ANCHIETA) ENGENHARIA DE PRODUÇÃO (97029)
UNIPINHAL (CENTRO REGIONAL UNIVERSITÁRIO DE ESPÍRITO SANTO DO PINHAL) CIÊNCIAS BIOLÓGICAS (62728)
UNISALESIANO (CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICO SALESIANO AUXILIUM) EDUCAÇÃO FÍSICA (8213)
UNIFLU (CENTRO UNIVERSITÁRIO FLUMINENSE) ARQUITETURA E URBANISMO (78154)
  • Fonte: Diário Oficial da União – Edição de 8 de janeiro de 2013

CURSOS AVALIADOS EM 2011 COM CPC 1 E 2 – UNIVERSIDADES E INSTITUTOS FEDERAIS

Instituição Curso reprovado
IFRR (INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE RORAIMA) SANEAMENTO AMBIENTAL (113557)
IFCE (INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO CEARÁ) AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL (63395)
IFCE (INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO CEARÁ) QUÍMICA (120084)
IFPA (INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO PARÁ) ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS (87330)
IFPA (INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO PARÁ) GEOGRAFIA (48283)
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SERTÃO PERNAMBUCANO FÍSICA (101858)
IF Fluminense (INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FLUMINENSE) ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS (18026)
IF Fluminense (INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FLUMINENSE) ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO (92277)
IF Fluminense (INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FLUMINENSE) ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO (111916)
IF Fluminense (INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FLUMINENSE) MANUTENÇÃO INDUSTRIAL (43681)
PUC-CAMPINAS (PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS) CIÊNCIAS BIOLÓGICAS (1624)
PUC-CAMPINAS (PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS) CIÊNCIAS BIOLÓGICAS (301624)
PUC-CAMPINAS (PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS) CIÊNCIAS SOCIAIS (301638)
PUC-CAMPINAS (PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS) EDUCAÇÃO FÍSICA (1641)
PUC-CAMPINAS (PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS) ENGENHARIA CIVIL (1635)
PUC-CAMPINAS (PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS) LETRAS – PORTUGUÊS E INGLÊS (352189)
PUC-CAMPINAS (PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS) QUÍMICA (1659)
PUC GOIÁS (PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS) ENGENHARIA CIVIL (10803)
PUC MINAS (PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS) CIÊNCIAS BIOLÓGICAS (341217)
PUC MINAS (PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS) CIÊNCIAS SOCIAIS (63873)
PUC-SP (PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO) GEOGRAFIA (18537)
PUC-SP (PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO) GEOGRAFIA (318537)
PUC-SP (PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO) HISTÓRIA (11243)
MACKENZIE (UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE) ARQUITETURA E URBANISMO (2016)
UNIR (FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA) HISTÓRIA (15992)
UFT (FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS) PEDAGOGIA (49687)
UNIVASF (FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO) ARQUEOLOGIA E PRESERVAÇÃO PATRIMONIAL (85590)
UFRB (UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA) MATEMÁTICA (100412)
  • Fonte: Diário Oficial da União – Edição de 8 de janeiro de 2013

Vestibulares suspensos

No ano passado, o MEC já havia anunciado punição para outros 207 cursos que tiveram desempenho considerado insatisfatório na avaliação do órgão pelo CPC (Conceito Preliminar de Curso) em 2008 e 2011.

Desses, os 90 cursos que tiveram baixo desempenho em 2008 e 2011 e não conseguiram melhorar a nota (de 1 para 2) não podem realizar vestibular para ingresso em 2013. Mesmo os cursos que já haviam feito vestibular quando a punição foi publicada no Diário Oficial da União, em 19 de dezembro, não poderão aceitar os alunos que até a data não tinham feito matrícula.

Em dezembro, ao menos 5 das 11 universidades da cidade de São Paulo proibidas pelo Ministério da Educação de fazer vestibular para cursos mal avaliados pela pasta continuaram a inscrever candidatos no processo seletivo normalmente.

Além de não poder ter novos ingressos, os cursos punidos podem receber visitas in loco de avaliadores do MEC, bloqueio no aumento do número de vagas e não poderão contar com benefícios para os estudantes como o Prouni (Programa Universidade para Todos) e o Fies (Financiamento Estudantil).

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